<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-25888926</id><updated>2011-12-15T01:06:47.507-02:00</updated><category term='by Asgadh'/><title type='text'>BUDISMO</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://budismomundial.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25888926/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://budismomundial.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Motoko Aramaki</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='12' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5784/479/400/imagemlogo2.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>19</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-25888926.post-912822661825091812</id><published>2009-12-25T16:01:00.002-02:00</published><updated>2009-12-25T16:18:52.204-02:00</updated><title type='text'>Kuan yin - A Salvadora Compassiva</title><content type='html'>&lt;a href="http://asgardh.blogspot.com/"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_uFOPZxZ5oTg/SzT6mOAUdsI/AAAAAAAAApU/vhqOUV_Y3g8/s1600-h/kuan-yin.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 295px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_uFOPZxZ5oTg/SzT6mOAUdsI/AAAAAAAAApU/vhqOUV_Y3g8/s400/kuan-yin.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5419231786134959810" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Kuan Yin é a Salvadora Compassiva do Leste. Por todo o Oriente altares dedicados a esta Mãe da Misericórdia podem ser achados em templos, casas e grutas nos caminhos.. Orações à Presença dela e à sua Chama estão incessantemente nos lábios dos devotos à medida que buscam orientação e socorro em todas as áreas da vida.&lt;br /&gt;Muito presente na cultura oriental, Kuan Yin tem despertado interesse em seu caminho e ensinamento entre um número crescente de devotos ocidentais, que reconhecem a poderosa presença da "Deusa da Misericórdia", junto com a da Virgem Maria, como iluminadora e intercessora da Sétima Era de Aquário.&lt;br /&gt;A longa história de devoção a Kuan Yin mostra-nos o caráter e o exemplo desta Portadora de Luz que não somente dedicou sua vida a seus amigos mas sempre assumiu o papel de intercessora e redentora. Durante séculos, Kuan Yin simbolizou o grande ideal do Budismo Mahayana em seu papel de bodhisattva (chinês p'u-sa), literalmente, "um ser de bodhi, ou iluminação", destinado a se tomar um Buda, mas que renunciou ao êxtase do nirvana, como um voto para salvar todas as crianças de Deus.&lt;br /&gt;O nome Kuan Shih Yin, como é freqüentemente chamada, significa literalmente "aquela que considera, vigia e ouve as lamentações do mundo". Segundo a lenda, Kuan Yin estava para entrar no céu, porém parou no limiar ao ouvir os gritos do mundo.&lt;br /&gt;Existe ainda muito debate acadêmico relativo à origem da devoção à bodhisattva feminina Kuan Yin. Ela é considerada a forma feminina de Avalokitesvara, bodhisattva da misericórdia do Budismo indiano, cuja adoração foi introduzida na China no terceiro século.&lt;br /&gt;Estudiosos acreditam que o monge budista e tradutor Kumarajiva foi o primeiro a se referir à forma feminina de Kuan Yin, em sua tradução chinesa do Sutra do Lótus, em 406 A.C. Dos trinta e três aparecimentos do bodhisattva mencionados em sua tradução, sete são femininos. (Devotos chineses e budistas japoneses desde então associaram o número trinta e três a Kuan Yin).&lt;br /&gt;Embora Kuan Yin tenha sido retratada como um homem até o século X, com a introdução do Budismo Tântrico na China no século oitavo, durante a dinastia T'ang, a imagem da celestial bodhisattva como uma bela deusa vestida de branco era predominante e o culto devocional a ela tornou-se crescentemente popular. No século nono havia uma estátua de Kuan Yin em cada monastério budista da China.&lt;br /&gt;Apesar da controvérsia acerca das origens de Kuan Yin como um ser feminino, a representação de um bodhisattva, ora como deus, ora como deusa, não é inconsistente com a doutrina budista. As escrituras explicam que um bodhisattva tem o poder de encarnar em qualquer forma - macho, fêmea, criança e até animal - dependendo da espécie de ser que ele procura salvar.. Como relata o Sutra do Lótus, a bodhisattva Kuan Shih Yin, "pelo recurso de uma variedade de formas, viaja pelo mundo, conclamando os seres à salvação".&lt;br /&gt;Pela lenda do século XII , do santo budista Miao Shan, a princesa chinesa que viveu em aproximadamente 700 a.C. e que largamente se acredita tenha sido Kuan Yin, reforça a imagem da bodhisattva feminina. Durante o século XII monges budistas estabeleceram-se em P'u-t'o Shan - a ilha-montanha sagrada no Arquipélago de Chusan, ao largo da costa de Chekiang onde se acredita tenha Miao Shan vivido por nove anos, curando e salvando marinheiros de naufrágios -, e a devoção a Kuan Yin espalhou-se ao longo do norte da China..&lt;br /&gt;Essa ilha pitoresca tornou-se o centro principal de adoração à Salvadora misericordiosa; multidões de peregrinos viajavam dos mais remotos cantos da China e até mesmo da Manchúria, Mongólia e Tibet para assistir ali às cerimônias religiosas. Houve época em que havia mais de cem templos na ilha e mais de mil monges. As tradições narram inúmeras aparições e milagres de Kuan Yin na ilha, sendo relatado que ela aparecia aos fiéis em uma certa gruta local.&lt;br /&gt;Na seita "Terra Pura" do Budismo, Kuan Yin faz parte de uma tríade governante que é representada freqüentemente em templos e é um tema popular na arte budista. Nessas pinturas o Buda da Luz Ilimitada - Amitabha (chinês A-mi-t'o Fo e japonês Amida) está no centro; à sua direita está o Bodhisattva da força ou poder, Mahasthamaprapta ,e à sua esquerda está Kuan Yin, personificando a misericórdia infinita.&lt;br /&gt;Na teologia budista, Kuan Yin é às vezes representada como comandante do "barco da salvação", guiando almas ao paraíso oriental de Amitabha ou Terra Pura - a terra do êxtase onde almas podem renascer para receber instruções continuas no sentido de alcançar a iluminação e a perfeição. A jornada à Terra Pura é freqüentemente representada em xilogravuras mostrando barcos cheios de seguidores de Amitabha, sob o comando de Kuan Yin. Amitabha, uma figura muito amada por budistas que desejam renascer em seu paraíso oriental e libertar-se da "roda do renascimento", é tido, num sentido espiritual ou místico, como o pai de Kuan Yin. Lendas da escola Mahayana relatam que Avalokitesvara nasceu de um raio de luz branca emitido pelo olho direito de Amitabha, quando mergulhado em êxtase.&lt;br /&gt;Assim, Avalokitesvara, ou Kuan Yin, é considerada como o "reflexo" de Amitabha - uma encarnação posterior de "maha karuna" (grande misericórdia), a qualidade que Amitabha personifica em seu mais elevado sentido. Muitas figuras de Kuan Yin podem ser identificadas pela presença de uma pequena imagem de Amitabha em sua coroa.&lt;br /&gt;Acredita-se que a misericordiosa redentora Kuan Yin expressa a compaixão de Amitabha de uma forma mais direta e pessoal, e que as preces a ela dirigidas são atendidas mais rapidamente&lt;br /&gt;A iconografia de Kuan Yin a descreve de muitas formas, cada uma revelando um aspecto único de sua misericordiosa presença. Como a sublime Deusa da Misericórdia, cuja beleza, graça e compaixão vieram a representar o ideal de feminilidade do Oriente, ela é retratada freqüentemente como uma mulher esbelta em um esvoaçante manto branco, carregando em sua mão esquerda um lótus branco, símbolo de pureza. Está enfeitada com ornamentos simbolizando suas realizações como bodhisattva, ou é mostrada sem ornamentos, como um sinal de sua grande virtude. A figura de Kuan Yin é retratada freqüentemente como "doadora de crianças" que são encontradas em casas e templos. Um grande véu branco cobre sua forma inteira e ela pode estar sentada em um lótus. Freqüentemente ela é representada com uma criança em seus braços, próxima a seus pés, ou sobre seus joelhos, ou, ainda, com várias crianças ao seu redor.&lt;br /&gt;Neste papel, a ela se referem como "a honrada de branco vestida". Às vezes estão à sua direita e à sua esquerda dois auxiliares, Shan-ts'ai Tung-tsi, o "homem jovem de capacidades excelentes", e Lung-wang Nu, a “filha do Dragão-rei”.&lt;br /&gt;Kuan Yin sobre o Dragão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Kuan Yin também é conhecida como a bodhisattva protetora de P'u-t'o Shan, senhora do Mar do Sul e protetora dos pescadores. Como tal, ela é mostrada cruzando o mar sentada ou em pé sobre um lótus ou com seus pés na cabeça de um dragão.&lt;br /&gt;Como Avalokitesvara, ela também é descrita com mil braços e números variados de olhos, mãos e cabeças, às vezes com um olho na palma de cada mão, e é chamada "bodhisattva de mil braços, de mil olhos". Nessa forma ela representa a mãe onipresente, olhando simultaneamente em todas as direções, sentindo as aflições da humanidade e estendendo seus muitos braços para as aliviar com expressões infinitas de sua misericórdia.&lt;br /&gt;Os símbolos característicos associados a Kuan Yin são um galho de salgueiro, com o qual ela esparge o néctar divino da vida; um vaso precioso, simbolizando o néctar da compaixão e da sabedoria, traços do bodhisattva; uma pomba representando a fecundidade; um livro ou um pergaminho de orações que ela segura em sua mão, simbolizando o dharma (ensinamentos) do Buda ou o sutra (texto budista) o qual Miao Shan, dizia-se, recitava constantemente; e um rosário adornando seu pescoço, através do qual ela clamava aos Budas por socorro.&lt;br /&gt;Imagens de Avalokitesvara freqüentemente mostram-na segurando um rosário; descrições de seu nascimento afirmam ter ela nascido com um rosário cristalino branco em sua mão direita e uma flor branca de lótus na esquerda.&lt;br /&gt;É ensinado que as contas do rosário representam todos os seres vivos e o manuseio delas simboliza que Avalokitesvara os está conduzindo para fora de seu estado de miséria e da roda de repetidos renascimentos para o nirvana.&lt;br /&gt;Hoje Kuan Yin é reverenciada por taoístas e também pelos budistas Mahayana - especialmente em Taiwan, Japão e Coréia, e novamente em sua pátria, a China, onde a prática do Budismo havia sido suprimida durante a Revolução Cultural comunista (1966-69). Ela é a protetora das mulheres, dos marinheiros, dos comerciantes, dos artesãos e daqueles que se encontram sob perseguição criminal, e é invocada particularmente por aqueles que desejam progênie. Amada como a figura da Mãe e mediadora divina que está muito próxima dos negócios diários de seus devotos, o papel de Kuan Yin como madona budista tem sido comparado ao de Maria, a mãe de Jesus, no Ocidente.&lt;br /&gt;Há uma confiança implícita na graça salvadora e poderes curadores de Kuan Yin. Muitos acreditam que até mesmo a mera invocação de seu nome a traz imediatamente ao lugar do chamado. Um dos mais famosos textos associados à bodhisattva, o antigo Sutra do Lótus, cujo vigésimo quinto capitulo, dedicado a Kuan Yin, e conhecido como o "Sutra de Kuan Yin" descreve treze casos de desastres iminentes - de naufrágios a incêndios, prisões, ladrões, demônios, venenos fatais e aflições cármicas - nas quais o devoto é salvo quando se entrega ao poder de Kuan Yin. O texto é recitado muitas vezes, diariamente, por aqueles que desejam receber os benefícios prometidos. Os devotos invocam o poder e a misericordiosa intercessão da Bodhisattva com o mantra OM MAM PADME HUM - "salve a jóia no lótus", ou, como também tem sido traduzido, "salve Avalokitesvara, que é a jóia no coração do lótus no coração dos devotos".&lt;br /&gt;Através do Tibet e Ladakh, budistas têm inscrito OM MANI PADME HUM em pedras lisas de oração, chamadas "pedras mani", como ofertas votivas a Avalokitesvara. Milhares dessas pedras têm sido usadas para construir muretas-mani que ladeiam as estradas que dão ingresso a aldeias e monastérios..&lt;br /&gt;Acredita-se que Kuan Yin freqüentemente aparece no céu ou nas ondas para salvar aqueles que a invocam quando em perigo. Histórias pessoais podem ser ouvidas em Taiwan, por exemplo, de pessoas que a viram durante a Segunda Guerra Mundial aparecendo no céu como uma jovem, agarrando as bombas e cobrindo-as com as suas vestes brancas para que não explodissem.&lt;br /&gt;Assim, altares dedicados à Deusa da Misericórdia são encontrados em todos os lugares - lojas, restaurantes, até mesmo em pára-lamas ou painéis de carros. Nas casas ela é venerada com o tradicional "pai pai", um ritual de oração que usa incenso, e também com o uso de quadros de oração - folhas de papel com fotos de Kuan Yin, flores de lótus ou pagodes e guarnecidas com centenas de pequenos círculos. Com cada série de orações recitadas ou sutras lidos, em uma novena para um parente, amigo, ou em causa própria, outro círculo é completado. O quadro tem sido descrito como um "Navio de Salvação" por meio do qual almas que partiram são salvas dos perigos do inferno e aquelas sinceras são transportadas com segurança ao céu de Amitabha. Juntamente com os cultos elaborados com litanias e orações, a devoção a Kuan Yin está expressa na literatura popular em poemas e hinos de louvor.&lt;br /&gt;Os seguidores devotos de Kuan Yin podem freqüentar templos locais e podem fazer peregrinações a templos maiores em ocasiões importantes ou quando sofrem com um problema especial. Os três festivais anuais realizados em sua honra acontecem no dia dezenove do segundo mês (celebrado como o seu aniversário), do sexto mês, e do nono mês do calendário lunar chinês.&lt;br /&gt;Na tradição da Grande Fraternidade Branca Kuan Yin é conhecida como a Mestra Ascensa que carrega a função e o título de "Deusa da Misericórdia" porque ela personifica as qualidades divinas da lei da misericórdia, compaixão e perdão. Ela passou por numerosas encarnações antes de sua ascensão há milhares de anos e aceitou o voto de bodhisattva para ensinar aos filhos de Deus não ascensos como equilibrar seus carmas e cumprir seus planos divinos com serviço amoroso à vida e a aplicação da chama violeta pela ciência da Palavra falada.&lt;br /&gt;Kuan Yin é originária do planeta Vênus e chegou à Terra juntamente com a comitiva de Sanat Kumara há 16 milhões de anos, quando este tomava posse como Senhor do Mundo, na regência da Terra. Como Mestra de Saint Germain , ela o acompanhou e inspirou em suas inúmeras missões na Terra, com a intenção de ajudar a humanidade em sua elevação.&lt;br /&gt;Kuan Yin precedeu o Mestre Ascenso Saint Germain como Chohan (Senhor) do Sétimo Raio de Liberdade, Transmutação, Misericórdia e Justiça e ela é uma de sete Mestres Ascensos que atuam no Conselho do Carma, um conselho de justiça que medeia o karma das evoluções de terra - dispensando oportunidade, misericórdia e os verdadeiros e íntegros julgamentos de Deus a cada corrente de vida na Terra. Ela é a hierarca do Templo etéreo da Misericórdia situado sobre Pequim, na China onde ela mantém o foco de luz da Mãe Divina em favor dos filhos da antiga terra da China, as almas de humanidade, e os filhos e filhas de Deus.&lt;br /&gt;(*) Leon Hurvitz, trans., "Scripture of the Lotus Blossom of the Fine Dharma (The Lotus Sutra) New York: Columbia University Press, 1976).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mensagem Canalizada de kuan Yin&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;           KUAN YIN - Focalizando Alegria para a Terra&lt;br /&gt;Saudações meus amigos. Eu sou, agora, membro da sua Hierarquia Espiritual mas passei muitas vidas na Terra. Durante minha última vida na Terra realizei muitas ações bondosas. Fui muito lembrada por isso e fiquei conhecida por muito tempo como a Deusa da Misericórdia. Ainda estou procurando promover essa qualidade e ajudando a trazê-la para a Terra. Também estou expandindo minhas energias, agora, a fim de incluir o uso de todas as qualidades do coração na Terra, especialmente para ensinar a Terra como se tornar mais receptiva a essas qualidades.&lt;br /&gt;Como urna parte da Terra física, vocês têm a vantagem de serem capazes de aprender nela. Quando abrirem seu coração para a bondade, para o amor, para a alegria, para a paz e para a integridade, vocês permitirão que a Terra e a humanidade expressem tais qualidades com vocês e também permitirão a si mesmos recebê-las. Assim vocês se tornam um canal para essas qualidades&lt;br /&gt;Vocês não precisam sentir que são particularmente dotados no uso de tais, qualidades, mas posso assegurar-lhes que, se vocês se permitirem ser receptivos a elas e, permitirem que os instrutores e a Terra fluam essas qualidades através de vocês dessa maneira, elas irão se transformar em forças, pois são uma parte daquilo que vocês já são. Elas fazem parte daquela Divindade no interior de vocês, que é perfeita e já sabe como utilizar o fluxo ideal que vem do Próprio Criador.&lt;br /&gt;De inicio, o uso dessas qualidades pode parecer difícil, porque aparentemente a Terra não as recebe. Essa é uma das coisas nas quais estou trabalhando. Eu estou ajudando a impregnar a Terra com tais energias, de modo que ela as possa receber com mais facilidade. A chave consiste em saber que essas energias estão à disposição de vocês, e que elas podem ser uma parte de vocês, que podem aprender a expressá-las.&lt;br /&gt;A experiência da Terra é uma escola, um campo de treinamento, no uso de suas habilidades como co-criadores. Serem receptivos a essas qualidades da Fonte faz parte do aprendizado pelo qual vocês estão passando na Terra.&lt;br /&gt;Não se espera que vocês façam isso direito na primeira vez. O que realmente esperamos e que vocês continuem a tentar realizar o melhor de suas habilidades, a expressar essas qualidades que estão enterradas em vocês mesmos. Pedimos, simplesmente, que vocês se treinem no usa delas. Com continuidade da prática virá a perfeição.&lt;br /&gt;Vai chegar um momento em que vocês poderão ser canais perfeitos para o amor, a alegria, a paz, a compreensão, a clareza e a verdade que está disponível para vocês vindas da Fonte que esta dentro de vocês. Quando vocês aprenderem a ser a fonte dessas qualidades Divinas, vocês as irradiarão para os outros com muito mais intensidade do que irradiariam se não tivessem aprendido. Vocês irão se tornar exemplos para os outros seguirem, exatamente como fez o Mestre Jesus, quando permitiu que o Cristo trabalhasse através Dele. Vocês irão se tornar uma parte da Terra que aprendeu a se expressar dessa maneira, como Ele se expressava. Assim, cada passo que vocês dêem, cada avanço que fizerem será uma vitória para a Terra e um passo além para o crescimento dela. Todos vocês estão buscando seu propósito espiritual na Terra. Eu sugeriria que seu propósito comum é ajudar a Terra a aprender a expressar essas qualidades Divinas da Fonte.&lt;br /&gt;Eu agradeço muito por esta oportunidade de falar com vocês a respeito do que estou realizando. Realmente gostaria de trabalhar com muitos de vocês e de compartilhar aquilo que aprendi quanto ao uso dessas qualidades Divinas do coração aqui na Terra.&lt;br /&gt;                                                                         Meu amor para vocês,&lt;br /&gt;                                                                                    Kuan Yin&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Kuan Yin&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Kuan Shih Yin Tzu Tsai, significa 'a soberana que se preocupa com os sons do mundo'. De acordo com a lenda, ela parou no umbral do céu para ouvir os clamores do mundo. Kuan Yin já era adorada na China antes do advento do Budismo, passando a ser adotada pelos budistas como uma encarnação de Avalokitesvara (Padmapani), cuja intercessão tem sido invocada ao longo dos séculos por devotos que entoam as seis sílabas místicas 'OM MANI PADME HUM'. No Ocidente acabou por se tornar conhecida como a Deusa da Misericórdia.&lt;br /&gt;Segundo a tradição, Kuan Yin teria encarnado como a terceira filha de Miao Chuang Wang, identificado como sendo da dinastia Chou, governante de um reino do norte da China, por volta do ano 696 A.C.. De acordo com a lenda, ela se determinara a seguir uma vida religiosa, tendo se recusado a casar, apesar das ordens do seu pai, e das súplicas dos seus amigos. Entretanto, foi-lhe finalmente permitido ingressar no Convento de Freiras do Pássaro Branco, em Lungshu Hsien. Aí, por ordens do seu pai, foi submetida às mais árduas tarefas, que de forma alguma enfraqueceram o seu zeloso amor por Deus..&lt;br /&gt;Enraivecido pela sua devoção, Miao Chuang Wang (seu pai), ordenou que fosse executada, mas quando a espada a tocou partiu-se em mil pedaços. Seu pai então ordenou que fosse asfixiada, mas quando a sua alma deixou o seu corpo, e desceu até o inferno, transformou-o num paraíso. Transportada numa flor-de-lótus até a Ilha de P'ootoo, próxima a Nimpo, aí viveu durante nove anos, curando os enfermos, e salvando marinheiros do naufrágio. Certa vez, quando soube que seu pai estava muito doente, cortou um pedaço da carne dos seus braços, e usou-a como um remédio que lhe salvou a vida. Em gratidão, ele ordenou que uma estátua fosse erigida em sua honra, comissionando ao artista que a representasse com 'olhos e braços completamente formados'. Entretanto, o artista compreendeu mal, e até hoje Kuan Yin algumas vezes aparece representada com 'mil braços e mil olhos', sendo capaz, dessa forma, de olhar e cuidar de todo o seu povo.&lt;br /&gt;Kuan Yin fez o voto do bodhisattva, de trabalhar junto às evoluções deste planeta e deste sistema solar para lhes mostrar o caminho dos Ensinamentos dos Mestres Ascensos. Foi a antecessora de Saint Germaim como Chohan do Sétimo Raio, cujo cargo ocupou durante dois mil anos, e serve como a representante do sétimo raio no Conselho do Carma. Kuan Yin é a hierarca do Templo da Misericórdia, situado no plano etéreo sobre a cidade de Pequim, na China, desde onde focaliza a chama da misericórdia e do perdão para os filhos da antiga terra de Chin, e as almas da humanidade.&lt;br /&gt;A  chama trina (chama da misericórdia) é o meio pelo qual o Cristo intercede em prol daqueles que não conseguem suportar o impacto total do seu próprio retorno de carma, requerendo, desta forma, um intermediário que se interponha entre a sua criação humana e a Grande Lei.&lt;br /&gt;Num ditado comunicado por intermédio de Elizabeth Clare Prophet, no dia 10 de Abril de 1974, Kuan Yin descreveu a ação da chama da misericórdia que ela personifica: 'Supliquei por muitos de vós diante dos Senhores do Carma, para que tivésseis uma oportunidade de reencarnar, de nascer perfeitos, sem o grande carma de ser aleijado ou cego de nascimento, que alguns de vós merecíeis. Intercedi com a chama da misericórdia a vosso favor, de forma que pudésseis buscar, na liberdade de uma mente e de um corpo sadios, a Luz da lei... A ação do perdão representa a colocação do carma de lado, a diminuição do carma por um período de tempo, para dar à pessoa a oportunidade de encontrar a Deus, de encontrar ao Espírito Santo, de abraçar o Cristo como o Salvador'.&lt;br /&gt;É assim que kuan Yin ensina a humanidade não-ascensa a invocar a lei do perdão, e explica que quando o indivíduo alcança uma certa mestria na Senda, então a lei da misericórdia lhe faz retornar o 'pecado' que fora colocado de lado, de forma que o indivíduo possa experimentar a alegria de equilibrar cada justa e til da energia mal-qualificada, cumprindo, portanto, a lei do seu próprio ser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OBRIGADO A KUAN YIN, DO PORTAL DO SOL DOS ILUMINADOS:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.sol.com.br/iluminados.htm"&gt;http://www.sol.com.br/iluminados.htm&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/25888926-912822661825091812?l=budismomundial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://asgardh.blogspot.com/' title='Kuan yin - A Salvadora Compassiva'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://budismomundial.blogspot.com/feeds/912822661825091812/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=25888926&amp;postID=912822661825091812&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25888926/posts/default/912822661825091812'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25888926/posts/default/912822661825091812'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://budismomundial.blogspot.com/2009/12/kuan-yin-salvadora-compassiva.html' title='Kuan yin - A Salvadora Compassiva'/><author><name>Motoko Aramaki</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='12' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5784/479/400/imagemlogo2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_uFOPZxZ5oTg/SzT6mOAUdsI/AAAAAAAAApU/vhqOUV_Y3g8/s72-c/kuan-yin.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-25888926.post-5721367076652242988</id><published>2009-12-25T15:47:00.001-02:00</published><updated>2009-12-25T15:49:41.176-02:00</updated><title type='text'>buddha</title><content type='html'>&lt;a href="http://asgardh.blogspot.com/"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_uFOPZxZ5oTg/SzT3pF1U5nI/AAAAAAAAApE/jgcYCND7enk/s1600-h/budha.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 232px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_uFOPZxZ5oTg/SzT3pF1U5nI/AAAAAAAAApE/jgcYCND7enk/s400/budha.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5419228536946091634" /&gt;&lt;/a&gt;   &lt;/a&gt;         Buddha&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nascimento&lt;br /&gt;No sexto século antes da era Cristã, a religião estava esquecida na Índia. Os grandes ensinamentos dos Vedas foram jogados no chão. Havia muitos sacerdotes que trabalhavam por dinheiro em todo o lugar. Os sacerdotes insinceros aproveitavam-se da religião para lucro próprio.. Eles enganavam as pessoas numa grande variedade de métodos e acumulavam riquezas para si próprios. Eles eram totalmente irreligiosos. Em nome da religião, as pessoas seguiam os passos destes sacerdotes cruéis e realizavam rituais sem significado. Eles matavam estupidamente animais inocentes e faziam vários sacrifícios. O país necessitava de uma reforma desta horrenda conduta que seria protagonizada por Buddha. Neste período crítico, quando havia muita crueldade, degeneração e injustiças em todo o lugar, a reforma de Buddha surgiu para colocar abaixo estes maus sacerdotes e acabar com o sacrifício de animais, bem como para salvar as pessoas desta situação, e disseminar a mensagem de igualdade, unidade e amor cósmico em todo o lugar.&lt;br /&gt;O pai de Buddha foi Suddhodana, o rei de Sakhyas. A mãe de Buddha chamava-se Maya. Buddha nasceu por volta de 560 a.C., e morreu por volta de oitenta anos, em 480 a.C. O local de nascimento foi um bosque conhecido como Lumbini, próxima a cidade de Kapilavasty, aos pés do monte Palpa, na cadeia de montanhas do Himalaia, divisa com o Nepal.. Esta pequena cidade, Kapilavasty, fica às margens do rio Rohini, algumas centenas de milhas ao nordeste da cidade de Varnasi. Ao aproximar-se da noite em que Buddha viria ao mundo, os deuses, em si mesmos, prepararam o caminho com presságios celestes e sinais. Flores nasceram e uma doce chuva, embora fora da estação, caiu gentilmente; música celestial foi escutada, e um delicioso perfume encheu o ar. O corpo da criança veio à luz com trinta e duas marcas auspiciosas (Mahavyanjana), as quais indicavam o Seu grande futuro, além de marcas secundárias (Anuvyanjana), em grande número. Maya morreu sete dias depois de seu filho nascer. A criança foi criada pela irmã de Maya, Mahaprajapati, que se tornou a Sua mãe adotiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Predições de um Astrólogo&lt;br /&gt;No nascimento da criança Siddhartha, os astrólogos predisseram ao seu pai, Suddhodana, o seguinte: “A criança, ao chegar na idade adulta se tornará um monarca universal (Chakravarti), abandonando a casa e o lar, irá assumir a túnica de um monge e se tornará um Buddha, uma perfeita alma iluminada, para a salvação da humanidade”. Então, o rei disse: “Por que deverá meu filho preocupar-se em se retirar do mundo?”, no que o astrólogo replicou: “Quatro sinais!.”Quais são estes quatro?”, perguntou o rei. “Um decrépito homem velho; um homem doente; um homem morto e um monge. Estes quatro irão fazer o príncipe retirar-se do mundo”, respondeu o astrólogo.&lt;br /&gt;                                              Ensinamentos de Buddha&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Senhor Buddha pregou: “Nós devemos descobrir a causa do sofrimento e o meio de escapar dele”. O desejo por prazeres sexuais prende à vida terrestre, e é causa de sofrimento. E se nós pudermos erradicar este desejo, todo o sofrimento, e dor, irão ter um fim, então nós iremos nos regozijar no Nirvana ou paz eterna. Aqueles que seguem estritamente o Nobre Caminho das Oito Regras estritamente, a saber: reta opinião, reta resolução, reto falar, reta conduta, reto trabalho, reto esforço, reto pensamento e reta autoconcentração, ficarão livre do sofrimento. Isto realmente é, Ó mendicante, o Caminho do Meio, no qual o Tathagata é perfeitamente compreendido, o qual produz a percepção, a qual produz conhecimento, e o qual conduz para a calma e serenidade, para o conhecimento sobrenatural, a perfeita veste de Buddha, e conduz ao Nirvana. Novamente, Ó mendicante, assim é a nobre verdade do sofrimento: Nascimento é dor; velhice é dor; doença é dor; separação dos objetos amados é dor; o desejo, o qual não se alcança, isto, também, é dor – em resumo, os cinco elementos do apego a existência são dor. Os cinco elementos do apego a existência terrestre são: a forma, a sensação, a percepção, os agregados e a consciência.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/25888926-5721367076652242988?l=budismomundial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://asgardh.blogspot.com/' title='buddha'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://budismomundial.blogspot.com/feeds/5721367076652242988/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=25888926&amp;postID=5721367076652242988&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25888926/posts/default/5721367076652242988'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25888926/posts/default/5721367076652242988'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://budismomundial.blogspot.com/2009/12/buddha.html' title='buddha'/><author><name>Motoko Aramaki</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='12' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5784/479/400/imagemlogo2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_uFOPZxZ5oTg/SzT3pF1U5nI/AAAAAAAAApE/jgcYCND7enk/s72-c/budha.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-25888926.post-1882200370592423038</id><published>2009-03-11T19:22:00.003-03:00</published><updated>2009-03-11T19:24:52.798-03:00</updated><title type='text'>O Horoscopo Chinês influencias de 2009</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_uFOPZxZ5oTg/Sbg5z2M7ZGI/AAAAAAAAAYc/kk-TR51N30A/s1600-h/230938_115034240_rpyjayoy.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 266px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_uFOPZxZ5oTg/Sbg5z2M7ZGI/AAAAAAAAAYc/kk-TR51N30A/s400/230938_115034240_rpyjayoy.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5312059323369350242" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align:center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt: auto;text-align:center"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-bidi-font-family:Arial;font-size:10.0pt;"&gt;Os estudos sobre a astrologia se iniciaram muito cedo na China. Graças aos astrólogos imperiais, conheciam-se os dias da mudança das estações e previam-se e interpretavam-&lt;wbr&gt;se todos os sinais celestes.&lt;o&gt;     &lt;/o&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt: auto;text-align:center"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-bidi-font-family:Arial;font-size:10.0pt;"&gt;Em vez de se basearem na eclíptica, como fazem os astrólogos ocidentais, os chineses observavam as estrelas circumpolares, que eram vísiveis durante a noite toda e durante o ano todo. Concentravam-&lt;wbr&gt;se também nas 28 constelações circumpolares, denominadas 'Sui'. Cada uma delas pertencia a um dos palácios celestes e tinha o nome de algum animal.&lt;o&gt;     &lt;/o&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt: auto;text-align:center"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-bidi-font-family:Arial;font-size:10.0pt;"&gt;Alguns desses animais não só dão seu nome aos doze meses, como também aos ciclos horários e aos ciclos de 12 meses. Segundo a lenda, Buda convidou todos os animais da criação para uma festa de Ano Novo, prometendo uma surpresa a cada um dos presentes. Apenas doze compareceram e ganharam um ano de acordo com a ordem de chegada: o Rato, o Boi, o Tigre, o Gato, o Dragão, a Serpente, o Cavalo, o Carneiro, o Galo, o Cão e o Porco.&lt;o&gt;     &lt;/o&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt: auto;text-align:center"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-bidi-font-family:Arial;font-size:10.0pt;"&gt;A história taoista diz que quando o imperador do céu convocou todos os animais para concorrer aos 12 postos, o rato encontrou a fila com outros 11 animais, com o boi em primeiro lugar. Sem hesitar, ele pulou a fila até chegar às costas do boi. Então, com o sinal de entrada do Imperador do Céu, ele deslizou pelas costas do boi e roubou o primeiro lugar. Seu sucesso desleal provocou indignação pública.&lt;o&gt;     &lt;/o&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto"&gt;&lt;span style="Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;Existe outra versão sobre a ordem dos animais. Dizem que a ordem foi estabelecida de acordo com a lei das atividades diárias dos animais. Ainda na dinastia Han, século 3 antes de Cristo, a China dividia o dia em 12 horas e cada animal representava uma hora do dia. O rato ficou no primeiro lugar porque a meia noite era considerada o período mais ativo do animal.&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-bidi-font-family:Arial;font-size:10.0pt;"&gt;Presentemente, o Ano Novo Chinês é também conhecido como a Festa da Primavera.&lt;o&gt;     &lt;/o&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;De acordo com a tradição, as preparações para o Ano Novo Chinês começam em meados do 12º mês lunar e prolongam-se até meados do 1º mês do ano lunar. No 15º dia é festejado o Festival das Lanternas.&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-bidi-font-family:Arial;font-size:10.0pt;"&gt;A magia dos rituais&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-bidi-font-family:Arial;font-size:10.0pt;"&gt;&lt;o&gt; &lt;/o&gt;Neste período tudo obedece a rituais, desde a comida à roupa, havendo lugar a diferentes práticas todos os dias.&lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-bidi-font-family:Arial;font-size:10.0pt;"&gt;O 8º dia do 12º mês lunar (do ano lunar antecedente)&lt;wbr&gt;, dia do Festival Laba, marca o início das celebrações. Neste dia é tradição comer-se um prato de arroz (laba zhou), feito com arroz glutinoso, feijão vermelho e outros ingredientes. O preparado é feito no dia anterior e varia de local para local. No Norte é doce e no Sul é salgado.&lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-bidi-font-family:Arial;font-size:10.0pt;"&gt;&lt;o&gt; &lt;/o&gt;No 23º dia da 12ª lua fazem-se, segundo a tradição, oferendas ao Deus da Cozinha, um deus que foi enviado do céu para a terra para olhar por cada família. É este também o deus que, segundo a tradição chinesa, vai enviar, no dia seguinte, o relatório anual da família ao Imperador dos Céus. Daí as saborosas oferendas... para que o relatório seja positivo.&lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-bidi-font-family:Arial;font-size:10.0pt;"&gt;O 28º dia da 12ª lua é conhecido como o dia para lavar as impurezas. Faz-se uma limpeza geral às casas, para que toda a má sorte seja varrida do seu interior e da vida dos seus proprietários. Algumas pessoas chegam mesmo a pintar as portas e janelas para que tudo pareça novo e fresco.&lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-bidi-font-family:Arial;font-size:10.0pt;"&gt;&lt;o&gt; &lt;/o&gt;Antigamente era também usual decorar as portas com papéis auspiciosos, com expressões de felicidade, prosperidade, saúde, etc.&lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-bidi-font-family:Arial;font-size:10.0pt;"&gt;Neste dia é também costume colocar uma imagem do Deus Porta (Men Sheng) à entrada das casas, para que os fantasmas não entrem. No exterior de recipientes com arroz são colados dísticos de papel com os caracteres "Chang Man", que significam "sempre cheio". Tudo isto para que o novo ano seja de abundóncia.&lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-bidi-font-family:Arial;font-size:10.0pt;"&gt;&lt;o&gt; &lt;/o&gt;Como regra, tudo o que é velho é deitado fora e substituído pelo que é novo. É por isso que é costume comprarem-se roupas novas para usar no Ano Novo Chinês.&lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto"&gt;&lt;b&gt;&lt;o&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-bidi-font-family:Arial;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o&gt;A véspera do novo ano&lt;/b&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-bidi-font-family:Arial;font-size:10.0pt;"&gt;A véspera do Ano Novo, o 29º ou o 30º dia da 12ª lua (que este ano, 2005, coincidiu com o dia 8 de Fevereiro), é certamente o dia mais excitante. O jantar de família (Tuan Nian Fan) é normalmente um fausto banquete de mariscos, galinha e outras iguarias. Gambas para a felicidade e longevidade, galinha com cabeça e patas para a prosperidade e ostras secas com algas. Estas algas, com aspecto semelhante a cabelos, chamam-se em chinês "fa cai", o que evoca, por consonância, o dizer chinês "fa cai hao shi", isto é, "ganhar dinheiro e tudo correr bem".&lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-bidi-font-family:Arial;font-size:10.0pt;"&gt;&lt;o&gt; &lt;/o&gt;Outra curiosidade, em termos de consonância, é entre as palavras "peixe" e "excedente" (abundância), que são homófonas, isto é, ambas se pronunciam "yu" (no 2ª tom do mandarim), embora sejam caracteres diferentes. Nesse contexto, é de bom comer peixe nesse jantar de família, pois isso sugere o dizer "nian nian you yu", isto é, "haja excedente (abundância) todos os anos".&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-bidi-font-family:Arial;font-size:10.0pt;"&gt;Em algumas famílias, se um dos elementos não consegue estar presente no jantar, o seu lugar é deixado vago na mesa e, como se estivesse presente, é-lhe servida a comida. Neste jantar nem os antepassados são esquecidos. Também eles partilham do banquete.&lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-bidi-font-family:Arial;font-size:10.0pt;"&gt;&lt;o&gt; &lt;/o&gt;Para quem segue à risca o protocolo, toda a comida tem de ser preparada antes do Ano Novo, para que todos os objectos cortantes sejam escondidos, evitando-se assim que a boa sorte seja cortada.&lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-bidi-font-family:Arial;font-size:10.0pt;"&gt;&lt;o&gt; &lt;/o&gt;Aos mais novos e solteiros, os mais idosos costumam oferecer envelopes vermelhos com dinheiro (Ya Shum Qian), para lhes desejar um Bom Ano. Estes envelopes podem ser dados antes do Ano Novo mas para serem abertos só depois da meia-noite e nunca na presença de quem os ofereceu.&lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-bidi-font-family:Arial;font-size:10.0pt;"&gt;Finalmente, o 1º dia da 1ª lua&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-bidi-font-family:Arial;font-size:10.0pt;"&gt;Depois da meia-noite, começa a ser lançado fogo-de-artifí&lt;wbr&gt;cio e começam as felicitações entre os familiares e vizinhos.&lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-bidi-font-family:Arial;font-size:10.0pt;"&gt;Votos de abundância de dinheiro (Gong Xi Fa Cai), boa saúde (Sheng Ti Jian Kan) e de realizações pessoais (Xin Xian Shi Cheng) são as expressões mais usuais.&lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-bidi-font-family:Arial;font-size:10.0pt;"&gt;&lt;o&gt; &lt;/o&gt;Nesta altura é também costume os mais velhos darem envelopes com dinheiro aos mais novos. Neste caso é o dinheiro da sorte (Li Shi). No entanto, também não devem ser abertos na presença de quem os ofereceu, em sinal de respeito.&lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-bidi-font-family:Arial;font-size:10.0pt;"&gt;&lt;o&gt; &lt;/o&gt;Depois destas actividades, mais uma refeição é servida, esta dedicada ao Ano Novo (Kai Nian Fan).&lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-bidi-font-family:Arial;font-size:10.0pt;"&gt;&lt;o&gt; &lt;/o&gt;Depois da ceia presta-se homenagem aos deuses e pede-se a bênção. Algumas pessoas chegam mesmo a dirigir-se aos templos depois da meia-noite.&lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-bidi-font-family:Arial;font-size:10.0pt;"&gt;Durante o dia de Ano Novo (que correponde, em 2009, ao dia 26 de janeiro) é organizado um almoço de família, aproveitado para trocar votos de felicidades com os membros que não estiveram presentes na noite anterior. Ao contrário da refeição da véspera, o almoço deste dia é, essencialmente, vegetariano porque, sendo este o dia dedicado a homenagear os Deuses do Céu e da Terra, não é auspicioso comer ou matar animais.&lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-bidi-font-family:Arial;font-size:10.0pt;"&gt;&lt;o&gt; &lt;/o&gt;O primeiro dia do ano é para se viver em família e é também o dia do nascimento do Boi.&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-bidi-font-family:Arial;font-size:10.0pt;"&gt;Os dias seguintes&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt;No segundo dia do ano deve-se visitar amigos e familiares.&lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-bidi-font-family:Arial;font-size:10.0pt;"&gt;&lt;o&gt; &lt;/o&gt;Na zona da província de Cantão, no Sul da China e onde Macau está inserido, era tradição a filha casada voltar a casa dos pais, com o marido e os filhos.&lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-bidi-font-family:Arial;font-size:10.0pt;"&gt;&lt;o&gt; &lt;/o&gt;É também costume ir aos templos para rezar pelos antepassados.&lt;/span&gt;&lt;span style="Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt;O 2º dia da 1ª lua é também o dia de aniversário de todos os cães. Os que têm esses animais em casa costumam presenteá-los com refeições especiais.&lt;/span&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-bidi-font-family:Arial;font-size:10.0pt;"&gt;O 3º dia (neste ano 27 de janeiro), conhecido como Po Kou (Dia da Discórdia), é propenso a conflitos e discussões entre as pessoas, pelo que, a fim de os evitar, os chineses evitam sair de casa.&lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-bidi-font-family:Arial;font-size:10.0pt;"&gt;&lt;o&gt; &lt;/o&gt;Outros acreditam que é também o dia do Espírito da Pobreza e ocupam o dia a limpar o que acumularam nos dois dias de festa precedentes. Assim, esse mesmo espírito é expulso para fora de casa, criando espaço para a entrada de dinheiro nos 12 meses seguintes.&lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto"&gt;&lt;span style="Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;&lt;o&gt; &lt;/o&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;E assim se segue comemorações e rituais até o decimo quinto dia, cada dia com seu rito.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-bidi-font-family:Arial;font-size:10.0pt;"&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;o&gt; &lt;/o&gt;Ao 15º dia as comemorações chegam ao fim, o que se assinala com o Festival das Lanternas (Yuan Xiao). Neste dia é costume comer-se bolos feitos à base de arroz doce e recheados.&lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-bidi-font-family:Arial;font-size:10.0pt;"&gt;&lt;o&gt; &lt;/o&gt;Para alguns chineses, este é também o Dia dos Namorados, embora já não seja uma tradição muito generalizada.&lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto"&gt;&lt;span style="Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;&lt;o&gt; &lt;/o&gt;Termina assim a primeira festividade de todo um ciclo que se estende (todos os anos) pelos 12 meses do ano lunar chinês, fazendo pulsar a vida humana ao ritmo das lunaçõe&lt;/span&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;s.&lt;/span&gt;&lt;span style="Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;Por que será que o Ano Novo Chinês começa sempre em dias diferentes? Porque a Astrologia Chinesa é baseada no calendário lunar e não no solar. Cada ano é regido por um signo animal, que empresta suas características às pessoas nascidas naquele ano; e um ciclo completo leva sessenta anos, formado por 5 ciclos de 12 anos. O ano lunar é dividido em doze meses de 29 dias e meio e o mês lunar inicia-se no dia da lua nova. &lt;/span&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;Saiba mais sobre as energis do &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;"&gt;&lt;a href="http://blogs.abril.com.br/umbandaastrologica/2009/01/ano-boi-terra-no-horoscopo-chines-2009.html" target="_blank" title="horoscopo chines"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;Boi que rege 2009.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt: auto;text-align:center"&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;&lt;a href="http://blogs.abril.com.br/umbandaastrologica/2009/01/ano-boi-terra-no-horoscopo-chines-2009.html" target="_blank" title="horoscopo chines"&gt;&lt;span style="text-decoration:none; text-underline:none"&gt;&lt;img border="0" id="_x0000_i1025" src="http://img.blogs.abril.com.br/1/umbandaastrologica/imagens/1490300401.jpg" title="horoscopo chines" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;Carlinhos Lima - Pesquisador.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;"&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt;    &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;o&gt;&lt;/o&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;;mso-ansi-language:PT-BR;mso-fareast-language:PT-BR; mso-bidi-language:AR-SAfont-family:&amp;quot;;font-size:12.0pt;"&gt;&lt;a href="http://br.groups.yahoo.com/goup/parnaso_esoterico/" target="_blank"&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;http://br.groups.&lt;wbr&gt;yahoo.com/&lt;wbr&gt;goup/parnaso_&lt;wbr&gt;esoterico/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/25888926-1882200370592423038?l=budismomundial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://budismomundial.blogspot.com/feeds/1882200370592423038/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=25888926&amp;postID=1882200370592423038&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25888926/posts/default/1882200370592423038'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25888926/posts/default/1882200370592423038'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://budismomundial.blogspot.com/2009/03/o-horoscopo-chines-influencias-de-2009.html' title='O Horoscopo Chinês influencias de 2009'/><author><name>Motoko Aramaki</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='12' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5784/479/400/imagemlogo2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_uFOPZxZ5oTg/Sbg5z2M7ZGI/AAAAAAAAAYc/kk-TR51N30A/s72-c/230938_115034240_rpyjayoy.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-25888926.post-3950182649640748495</id><published>2008-11-17T19:34:00.002-02:00</published><updated>2008-11-17T19:43:07.238-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='by Asgadh'/><title type='text'>Ch'ien</title><content type='html'>&lt;a href="http://budismomundial.blogspot.com/"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_uFOPZxZ5oTg/SSHkgeMpD5I/AAAAAAAAAJg/oGrKM-duoxw/s1600-h/stormJean+Jacques+Andre.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_uFOPZxZ5oTg/SSHkgeMpD5I/AAAAAAAAAJg/oGrKM-duoxw/s400/stormJean+Jacques+Andre.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5269744285513224082" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center" style="text-align:center"&gt;&lt;a name="1._O_Criativo"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="  ;font-family:Helv, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;1. O Criativo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="mso-bookmark:&amp;quot;1\._O_Criativo&amp;quot;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="  ;font-family:Helv, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="  ;font-family:Helv, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Acima: CÉU, masculino, ativo, criador&lt;br /&gt;Abaixo:CÉU, ativo, masculino , criador&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="  ;font-family:'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center" style="text-align:center"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="  ;font-family:'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:center"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="  ;font-family:Helv, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;O Julgamento&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="  ;font-family:'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:center"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="  ;font-family:Helv, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="  ;font-family:Helv, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;O Criativo trabalha o sucesso sublime, conquistado pela perseverança.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="  ;font-family:Helv, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:center"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="  ;font-family:'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center" style="margin-top:0cm;text-align:center"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="  ;font-family:Helv, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;A Imagem&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="  ;font-family:'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center" style="margin-top:0cm;text-align:center"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="  ;font-family:Helv, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="  ;font-family:Helv, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;O movimento do Céu é cheio de poder. Assim o homem superior se torna forte e imbatível.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="  ;font-family:'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center" style="margin-top:0cm;text-align:center"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="  ;font-family:'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center" style="text-align:center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="  ;font-family:Helv, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Persevere, e use seu esforço criativo dentro das Leis da Natureza para ser bem sucedido. Tudo indica que Boa Sorte se manifestará se você o fizer!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="  ;font-family:Helv, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center" style="text-align:center"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="  ;font-family:Helv, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Witchsam&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="Helv&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:black;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/25888926-3950182649640748495?l=budismomundial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://budismomundial.blogspot.com/feeds/3950182649640748495/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=25888926&amp;postID=3950182649640748495&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25888926/posts/default/3950182649640748495'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25888926/posts/default/3950182649640748495'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://budismomundial.blogspot.com/2008/11/chien.html' title='Ch&apos;ien'/><author><name>Motoko Aramaki</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='12' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5784/479/400/imagemlogo2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_uFOPZxZ5oTg/SSHkgeMpD5I/AAAAAAAAAJg/oGrKM-duoxw/s72-c/stormJean+Jacques+Andre.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-25888926.post-3264290434888884263</id><published>2008-04-22T03:03:00.001-03:00</published><updated>2008-04-22T03:08:57.947-03:00</updated><title type='text'>Babaji</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_uFOPZxZ5oTg/SA2A4ktxDCI/AAAAAAAAAH4/S8CjNqKcykE/s1600-h/travia.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_uFOPZxZ5oTg/SA2A4ktxDCI/AAAAAAAAAH4/S8CjNqKcykE/s400/travia.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5191947654844714018" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  ;font-family:arial;font-size:13px;"&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana; "&gt;Na imensidão do Himalaia vive um ser iluminado que conserva a mesma forma física há séculos, talvez milênios. Movimentando-se com seu pequeno grupo pelas montanhas, ele só pode ser visto ou reconhecido quando assim o deseja. Sua grande missão ao longo do tempo tem sido ajudar profetas em suas missões especiais na Terra.Ele é conhecido mundialmente pelo singelo nome de Babaji, que pode ser traduzido como Reverendo Pai, mas também recebeu uma série de outros títulos: Mahamuni Babaji Maharaj (Supremo Mestre do Êxtase), Maha yogi (O Grande Iogue), Trambak Baba ou Shiva Baba (título de avatares de Shiva), Mahavatar Babaji e vários outros. Muitos dizem que quando um devoto pronunciar seu nome com reverência atrai uma bênção espiritual instantaneamente.Mais que isso, acredita-se que o iluminado tenha centenas, talvez milhares de anos de idade, mantendo sempre a mesma forma física, surgindo em alguns momentos da história com a aparência levemente alterada, mas sempre como um jovem. A devoção, adoração e até mesmo uma série de lendas sobre Babaji tiveram início quando Paramahansa Yogananda falou sobre ele em seu livro Autobiografia de um Iogue, obra que foi completada em 1945 e se tornou um clássico do gênero, introduzindo a cultura indiana e, mais especificamente, a ciência da kriya yoga ao mundo ocidental.Morando em algum lugar na imensidão montanhosa do Himalaia, próximo de Badrinarayan, babaji é tido como um avatar, palavra sânscrita que significa ‘descida’ ou, nas escrituras hindus, a Descida da Divindade à carne. Foi babaji quem deu a iniciação iogue a Shankara, reorganizador da Ordem dos Swamis, e a Kahir, mestre medieval. No século XIX, seu principal discípulo foi Lahiri Mahasaya que, aos 33 anos de idade, encontrou-o perto de Ranikhet, no Himalaia. E foi por ele iniciado em kriya yoga. Esse é um momento fundamental da yoga moderna, uma vez que a kriya, desaparecida há muito tempo, tornou-se novamente disponível para o mundo.Babaji tem uma missão na Terra e, para realiza-la, está em permanente comunhão com cristo. Entende-se que grandes profetas como Jesus e Krishna vêm ao mundo para cumprir um determinado objetivo e, assim que isso acontece, partem deste plano físico. O trabalho de avatares como Babaji está diretamente relacionado à lenta evolução dos homens ao longo dos séculos, pois ajudaram os profetas em suas missões. Assim sendo, eles de certo modo, se ocultam do mundo e têm o poder de se tornar invisíveis quando desejam.Juntamente com Cristo, Babaji planejou a ‘técnica espiritual de salvação para esta época’, segundo nos explicou Yogananda. Assim, as realizações de ambos tem como função inspirar a humanidade a acabar com as guerras, o ódio racial, as diferenças religiosas e os males do materialismo que prejudicam a evolução.Mistério no HimalaiaPouco se conhece sobra a vida de Babaji. Sabe-se que geralmente ele fala o hindi, mas é capaz de conversar em qualquer idioma. Pode surgir sob diversas formas e ser reconhecido apenas quando deseja ou acha que isso terá alguma utilidade. Praticamente não come, uma vez que seu corpo não necessita de alimento e aparenta sempre uma idade por volta dos 25 anos.Só conseguem aproximar-se dele aqueles que o Grande Mestre permite, estando sempre se deslocando pelas montanhas com um pequeno grupo de discípulos. Como todo avatar, para Babaji o espaço e o tempo não existem. Ele possui conhecimento pleno do passado, presente e futuro, e a única razão de conservar sua forma física há séculos é para que a humanidade perceba suas possibilidades, para que não continue oprimida pela ilusão, ou maya. Através desse feito, o ser humano pode ter consciência de que é possível transcender sua mortalidade.As histórias a respeito de Babaji confirmam seus poderes sobre a matéria de forma espetacular. Swami Kebalananda, instrutor de sânscrito de Yogananda, disse que esteve com Babaji no Himalaia e que, em certa ocasião, o avatar estava com seu grupo no alto de uma montanha quando um estranho apareceu no local dizendo que estava a procura de Babaji há meses, implorando que este o aceitasse como discípulo. Babaji não respondeu e o peregrino disse que, se fosse recusado, ele se atiraria dos penhascos, pois a vida não teria mais valor. Sem demonstrar qualquer emoção, Babaji respondeu: “Salte, então”. E foi o que o homem fez. Seguindo instruções do mestre, seus discípulos recolheram o corpo mutilado pela queda e o levaram à presença do avatar. Ele tocou-o e o homem abriu os olhos, prostrando-se diante do guru. Na verdade, tudo não passou de um difícil teste – quando o discípulo obedeceu Babaji, ele confirmou sua afirmação de que a vida não teria valor sem a orientação divina.O Plano DivinoSegundo o pensamento hindu, nascimento e morte só tem sentido no mundo da relatividade, uma vez que são manifestações de maya, a ilusão cósmica. Quando os grandes mestres retornam à Terra em novas formas físicas, não estão sujeitos às leis e restrições do carma, e só fazem isso porque têm uma missão a cumprir. Eles são capazes de ressuscitar seus corpos e aparecer aos habitantes do planeta, ou materializar seus átomos da forma que desejarem. O próprio Yogananda referiu-se ao encontro que teve com seu guru Swami Sri Yukteswar após a morte deste, e como abraçou seu corpo. O mestre lhe disse: “ Este é um corpo de carne e osso. Embora eu o veja como etéreo, para sua vista é físico. Dos átomos cósmicos criei um corpo inteiramente novo”.Uma história contada pelo yogue Ram Gopal Muzumdar sobre seu primeiro encontro com Babaji acentua os poderes do avatar. Ele estava meditando em companhia de Lahiri Mahasaya quando este lhe pediu que fosse ao ghat de banho de Dasasamedh,. No chão do local havia uma laje de pedra que começou a se erguer, revelando a existência de uma caverna. A laje ficou parada no ar e, da caverna subterrânea, surgiu a forma de uma mulher rodeada por um halo. Ela disse ser Mataji (Mãe Sagrada), irmã de Babaji, e que pedira a ele e a mahasaya que a encontrassem naquele local. Em seguida, aproximou-se uma névoa luminosa que se condensou na forma de Lahiri Mahasaya, e outra luz circular chegou do céu a rande velocidade, materializando-se no local com a forma de Babaji.O mestre disse à sua irmã que pretendia abandonar o corpo e “mergular na Corrente Infinita”, uma vez que não fazia diferença usar uma onda visível ou invisível. Mataji respondeu que, se não fazia diferença, ele nunca deveria abandonar aquela forma. Atendendo ao pedido da irmã, Babaji afirmou que jamais deixaria seu corpo físico e que sempre permaneceria visível, pelo menos a um pequeno grupo de pessoas. Depois, as formas de Mahasaya e do Mahavatar levitaram e afastaram-se sobre o Rio Ganges enquanto a de Mataji retornou á caverna.Testemunhas confirmaram que Mahasaya não havia deixado o local onde estava. Mais tarde, ele explica a Ram Gopal detalhes sobre o plano divino para o planeta, dizendo que Babaji foi escolhido para permanecer no corpo enquanto durar este ciclo do mundo.As ApariçõesEmbora Yogananda tenha afirmado em seu livro que não havia indicação da época em que Babaji teria nascido, algumas fontes recentemente afirmam que ele nasceu no ano 203 d.C. , perto do santuário de Chidambaram. Em contato com um grupo de sábios peregrinos, de quem obteve grande sabedoria, ele teria alcançado o nível mais elevado da yoga em Badrinath, perto do Himalaia.Babaji apareceu em vários lugares no norte da Índia entre 1861 e 1924. Diz-se que ele era conhecido por nomes diferentes de acordo com a região, e as pessoas não percebiam que se tratava da mesma pessoa. Um homem chamado Mahendra Brahmachari teve uma visão dele em 1949, tornou-se um devoto de Babaji e passou 35 anos viajando pela Índia e coletando histórias que as pessoas lhe contavam sobre encontros com o avatar. Essas histórias foram publicadas na Índia com o título Punya Smriti, com o pseudônimo Guru Charnasrit.Algumas fontes afirmam que a primeira e miraculosa aparição pública de Babaji ocorreu por volta de 1890, mas uma das primeiras aparições registradas ocorreu na aldeia chamada Hariakhan, próxima à floresta de mesmo nome. Os habitantes locais contam que certa noite surgiu uma estranha luz no topo da montanha. O fenômeno durou várias noites, até que a luz começou a se aproximar do povo, que já estava reunido e bastante intrigado. A luz transformou-se num homem jovem de expressão muito bondosa. Foi quando lhe deram o nome de Hariakhan Baba. Ele teria permanecido um tempo na aldeia e depois sumido misteriosamente por décadas, até ser visto novamente numa caverna da floresta.Em um mês de janeiro Babaji estava nessa caverna e recebeu a visita de alguns santos que tinham ouvido falar de seus poderes. Fizeram-lhe várias perguntas sobre yoga, as escrituras e resolveram pedir-lhe que obtivesse uma fruta silvestre chamada kaphal, que cresce apenas no Himalaia e na primavera, sendo impossível encontra-la em janeiro. Babaji saiu da caverna, caminhou um pequeno trecho e voltou com várias kaphal, distribuindo-as para os santos.A Força do UniversoBabaji teria morado um tempo na floresta de Kalichaur, quando visitava a vila próxima, Katgharia. Quando ele surgia, as notícias corriam e logo uma multidão juntava-se à sua volta. As pessoas esqueciam seus problemas, dores, misérias e ficando alegres com o simples fato de estar em sua presença. Espontaneamente organizavam atividades espirituais com canções sagradas, alimentando os pobres ou acendendo um fogo sacrificial (vajna).Numa dessas oportunidades, um funcionário inglês passava pelo local e observou a multidão em torno de Babaji. Olhando para o santo, ele sentiu uma paz e felicidade indescritíveis e resolveu descer de seu cavalo para vê-lo mais de perto. O guru olhou para o homem que, por um tempo, ficou como que hipnotizado. Mais tarde, o inglês perguntou para as pessoas quem era aquele ser e lhe disseram que era um santo com poderes sobrenaturais. Impressionado, ele resolveu homenagear Babaji doando uma grande porção de terra, onde os devotos construíram um templo e uma pequena casa.Muitos anos depois, quando Babaji não era mais visto na região, Sri Mahendra Brahmachari resolveu construir um grande ashram dedicado à memória do avatar. Essa construção ficou concluída em 1958 e pessoas de vários pontos da Índia e outros países reuniram-se para a inauguração. Quando o fogo ritual estava aceso e os devotos cantavam e comiam, uma luz divina manifestou-se repentinamente, em meio a qual uma forma celestial foi vista flutuando a alguns metros do chão. Era Babaji. As pessoas começaram a dançar, em êxtase, até perder a consciência. Anos depois, a árvore onde Babaji costumava encostar-se deu origem a outras duas, de espécies diferentes, crescendo no mesmo tronco. Dizem que elas representam as três forças maiores do universo, sendo veneradas com grande devoção.Algumas vezes Babaji foi visto realizando tarefas simples, como qualquer trabalhador. Um fato marcante aconteceu em 1914, quando ele foi chamado para ajudar na construção de um quartel militar em Ranibag. O ministro da educação na época, Pandit Jwala Datt, que passava pelo local a caminho de sua casa, percebeu um dos trabalhadores sorrindo para ele e não gostou da intimidade. Pandit instruiu seu secretário a dizer que o rapaz sofreria um castigo por seu comportamento. Quando Babaji foi informado da punição, disse que estava sorrindo porque o sino do templo de Badrinath havia caído e as pessoas estavam tentando, sem êxito, coloca-lo no lugar. O ministro ficou ainda mais irritado e jurou que o castigo seria ainda mais severo se sua história fosse uma mentira. Enviando um telegrama à distante Badrinath, ele recebeu a resposta de que o sino realmente havia caído e estavam tentando coloca-lo de volta. O incidente teve um efeito tão grande em pandit Jwala Datt que ele mudou totalmente suas perspectivas de vida, abandonando o comportamento egoísta e se tornando um humilde devoto.Paramahansa Yogananda auxiliou um artista a desenhar uma imagem de Babaji em posição de meditação. Desde então, muitas fotos e ilustrações surgiram, tiradas por diferentes pessoas em várias ocasiões, supostamente mostrando o misterioso guru. Para os devotos, no entanto, o que realmente importa é a missão do Mahavatar entre nós, qtuando e transmitindo mensagens importantes em momentos significativos da história, ajudando a Terra a se tornar um lugar melhor. Para eles, as palavras do guru a Lahiri Mahasaya, registradas no livro Autobiografia de um Yogue, são um grande sinal de sua onipresença: “Não há separação entre nós, meu amado filho. Esteja onde estiver, sempre que me chamar estarei imediatamente com você”.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Fonte: Revista Sexto Sentido Especial Nº 4 – Grandes Mestres, Editora Mythos;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/25888926-3264290434888884263?l=budismomundial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://budismomundial.blogspot.com/feeds/3264290434888884263/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=25888926&amp;postID=3264290434888884263&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25888926/posts/default/3264290434888884263'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25888926/posts/default/3264290434888884263'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://budismomundial.blogspot.com/2008/04/babaji.html' title='Babaji'/><author><name>Motoko Aramaki</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='12' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5784/479/400/imagemlogo2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_uFOPZxZ5oTg/SA2A4ktxDCI/AAAAAAAAAH4/S8CjNqKcykE/s72-c/travia.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-25888926.post-4882508431493416677</id><published>2007-12-08T14:05:00.000-02:00</published><updated>2007-12-08T14:09:44.870-02:00</updated><title type='text'>ChTai Ji (Tai chi)</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://asgardh.blogspot.com/"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_uFOPZxZ5oTg/R1rBItwKLnI/AAAAAAAAAHI/wkeRmXp2fWE/s400/tai+chi.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5141634280061546098" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;KF_Taiji (7K) A palavra "Tai Ji" apareceu primeiro em livro Yi Jing (I Ching) sobre filosofia, da Dinastia Zhou do Este (770 - 221 a.C.). Ela indica a vitalidade do mundo antes que o céu e a terra se separarem, e todas as coisas do mundo vieram desta vitalidade. A luta (o boxe) de Tai Ji tomou emprestada a teoria: por um lado, o nome dele mostra que a luta de Tai Ji se baseia nesta vitalidade que existe em todos os lugares do mundo; por outro lado, ele indica que a luta, bem como esta vitalidade, tem variações inúmeras, mas mesmo que varie, nunca se separa de sua origem. Por causa disso, há pessoas que chamam a luta de Tai Ji um boxe de filosofia.&lt;br /&gt;Na história, a luta de Tai Ji teve vários nomes. Até o século 18, o mestre de Tai Ji, Wang Zongyue fez uma explicação sistemática e profunda sobre a luta usando a teoria de Tai Ji em seu livro, aí, permanece o uso do nome "Tai Ji".&lt;br /&gt;Tai Ji combina a arte marcial e Qi Gong. Sobre seu nascimento, não existe uma história clara. Mas uma coisa conhecida é que ele tornou-se popular nas dinastias Ming (1368 - 1644) e Qing (1644 - 1911).&lt;br /&gt;Tai Ji combina muitos aspectos contrários: o interior e o exterior do corpo, o movimento e o silêncio, o espírito e o corpo, o Qi de dentro do corpo e a força física. Ele enfatiza o papel importante de Qi e do pensamento, e os usa para equilibrar os movimentos do corpo.&lt;br /&gt;Em combate, em vez de iniciar o ataque, Tai Ji deixa o oponente começar primeiro. E quando o oponente ataca, o lutador de Tai Ji não reage diretamente usando a força física; ele usa movimentos circulares na direção do ataque do oponente para anular para o lado. Ao mesmo tempo, o lutador de Tai Ji pode verificar a posição do centro da gravidade e o uso da força do oponente, e descobre o ponto fraco dele e o ataca com uma força explosiva. Isto é descrito como "usar a força do oponente para atacá-lo". Quando um lutador de Tai Ji está anulando o ataque do oponente, os movimentos dele parecem bem suaves e circulantes, o oponente não pode achar um ponto de confrontação e não tem como atacá-lo. E quando o lutador de Tai Ji entende a situação do oponente e começa a fazer o ataque, ele ataca bem rápido e com muita força, o que pode jogar o oponente para fora do rinque. Usando esta mudança súbita, um lutador de Tai Ji confunde, mobiliza e derrota o oponente. Quando se combate com um mestre de Tai Ji, sente-se como se estivesse lidando com uma grande bola virando e não a encontra, e quando se usa mais força, perde-se mais rápido seu equilíbrio e se cai mais pesadamente. Os mestres de Tai Ji descrevem isto como "usar (a força de) 200 grama para derrotar (a força de) 500 quilo".&lt;br /&gt;Entre diversas escolas de Tai Ji, a escola Chen é a mais antiga. Outras escolas foram desenvolvidas baseando nela ou receberam muita influência dela.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/25888926-4882508431493416677?l=budismomundial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://asgardh.blogspot.com/' title='ChTai Ji (Tai chi)'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://budismomundial.blogspot.com/feeds/4882508431493416677/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=25888926&amp;postID=4882508431493416677&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25888926/posts/default/4882508431493416677'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25888926/posts/default/4882508431493416677'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://budismomundial.blogspot.com/2007/12/chtai-ji-tai-chi.html' title='ChTai Ji (Tai chi)'/><author><name>Motoko Aramaki</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='12' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5784/479/400/imagemlogo2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_uFOPZxZ5oTg/R1rBItwKLnI/AAAAAAAAAHI/wkeRmXp2fWE/s72-c/tai+chi.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-25888926.post-7165879688291596467</id><published>2007-04-23T09:49:00.001-03:00</published><updated>2007-04-23T09:49:36.120-03:00</updated><title type='text'>Brahmavidya</title><content type='html'>A Luz da Índia&lt;br /&gt;As Grandes Tradições Filosóficas Hindus&lt;br /&gt;Penetrando no Pensamento Hindu&lt;br /&gt;A Índia exerce há muito um grande fascínio no Ocidente. Um dos aspectos principais dessa cultura milenar, que vem interessando e motivando as mentes deste lado do mundo, tem sido a sua brilhante, complexa e profunda herança filosófica. Platão, Schopenhauer, Hartman, Hegel, Nietzsche ou Schelling, entre muitos outros, sentiram-se atraídos, estimulados e inspirados por essa luz. Mas afinal, a que nos referimos exactamente quando falamos de filosofia hindu? É um corpo filosófico único, ou integra diversas escolas de pensamento? É a expressão de uma religião, ou uma filosofia por direito próprio?&lt;br /&gt;Brahmavidya 1 é o termo mais correcto para aludirmos ao conjunto orgânico e integrado das escolas de filosofia hindu que aqui pretendemos expor. O termo significa, literalmente, sabedoria (Vidya) de Brahman, remetendo portanto para o conhecimento verdadeiro acerca da Manifestação Universal. A Índia viu nascer seis grandes escolas de filosofia, as quais podem ser agrupadas sob este nome – Brahmavidya – por todas elas serem tentativas complementares de compreender e explorar a realidade, segundo alguns pressupostos fundamentais ao pensamento hindu. Aqueles que estão familiarizados com o pensamento teosófico facilmente reconhecerão, nas várias tradições filosóficas hindus, ideias, termos e reflexões a que já se habituaram. Talvez o grande mérito de um estudo detalhado e separado de cada uma das filosofias seja permitir ao estudante compreender mais profundamente a subtileza sugestiva de algumas distinções entre termos aparentemente sinónimos.&lt;br /&gt;As seis escolas ou Darsanas podem ser dividas em dois grandes grupos, o primeiro incluindo os sistemas Sankya, Yoga e Vedanta, que são denominados sistemas maiores ou Purushicos, e o segundo contendo os sistemas Vaisesika, Nyaya e Purva Mimansa, que recebem a classificação de sistemas menores ou Prakríticos. Salvaguardando a ideia de que todos estes sistemas apresentam uma subtileza filosófica e espiritual elevada, esta distinção em dois grupos assenta no facto de os primeiros se focarem mais no aspecto Purusha (espírito) e os segundos no aspecto Prakriti (matéria). Será útil lembrar que Purusha e Prakriti são dois aspectos inseparáveis da realidade, duas faces da grande tela Svabhavática (substância cósmica primordial prévia a qualquer diferenciação fenomenal) de que é composto todo o universo, razão pela qual a associação de Prakriti à matéria como a concebemos comummente (isto é, a matéria física) não tem lugar. Assim, como já afirmámos, estes sistemas não são antagónicos ou concorrentes: são pontos de vista diferentes sobre a mesma realidade. Convém clarificar esta ideia, devido ao relativismo imperante na nossa cultura, e que não é o que aqui está em causa. Ao falar em pontos de vista, não nos referimos a opiniões mais ou menos esclarecidas, e não nos referimos certamente à noção de que tudo seria relativo ao observador não sendo portanto possível alcançar qualquer objectividade (ou Verdade). A ideia envolvida é, antes, a da tão conhecida metáfora da Verdade / Realidade como um diamante de várias faces. Cada sistema exploraria uma dessas faces mas, não obstante, cada visão, cada investigação é objectiva, é fundamentada e passível de ser compreendida por qualquer uma das outras, porque delas é complementar. Aliás, todas elas partem do mesmo ponto, a leitura dos Vedas, para seguirem diversas vias de investigação sugeridas pelos vários patamares de compreensão que esta magnificente obra possibilita (como aliás qualquer outra Escritura Sagrada o faz).&lt;br /&gt;Como dissemos, na base de todas estas escolas podemos encontrar certos pressupostos ou fundamentos tidos como indiscutíveis para a mente hindu (e, arriscamos, para qualquer pensador que se lance numa inquirição filosófica séria e empenhada sobre a realidade última). Não é aqui possível traçar todo o percurso lógico de fundamentação de cada uma das premissas 2 mas procuraremos traçar um fio condutor entre elas. A reflexão parte da constatação de que o universo fenomenal é inconstante, impermanente, mutável e perecível. Definindo como Real aquilo que existe com permanência e constância, podemos classificar de Irreal o universo fenomenal que experienciamos. No entanto, se o mundo fenomenal em si não tem realidade, é preciso que haja ALGO que possa ser o seu substrato, o fundamento real. Esse Algo tem de ser Eterno pois, para a mente hindu, não existe tal coisa como criação ou dissolução a partir do nada ou para o nada. Tem também de ser uno, ou não existiria continuidade e ordem no mundo fenomenal. Da sua unidade e eternidade deriva a sua infinitude, imutabilidade e indivisibilidade (pois se algo houvesse de exterior que o pudesse delimitar, modificar ou dividir, o fundamento real do mundo fenomenal não seria uno mas múltiplo, com as consequências já apontadas. Assim, Isso que É, é Absolutamente, nada o condicionando ou relativizando porque tudo corresponde a Isso, nele encontrando fundamento e subsistência. ISSO é TAT, o ponto zero de toda a existência e de toda a reflexão. Zero porque não existe nem pode ser compreendido, pois existência e compreensão implicam tudo aquilo que TAT não pode ter: relatividade 3.&lt;br /&gt;Estabelecida a Realidade Única de TAT e a Irrealidade do mundo fenomenal, a reflexão debruça-se agora sobre os princípios que regem a vida no universo manifestado e que se resumem nas duas leis fundamentais: da Periodicidade, e da Causa e Efeito. Da primeira, deriva a ideia da Imortalidade do Espírito 4 (e consequentemente da Reencarnação da Alma, que é a involução de Purusha em Prakriti) e, da segunda, a noção verdadeira de Karma.&lt;br /&gt;Estes são pois os princípios comuns a partir dos quais as seis escolas derivam as suas investigações e explicações. Cada um dos sistemas tem uma história perdida no tempo que é hoje (quase) impossível recuperar mas podemos aceder aos seus ensinamentos a partir de duas fontes, os aforismos (sutras) deixados pelo instrutor fundador da escola, e os comentários a esses sutras, realizados por uma ou algumas autoridades filosóficas e históricas da escola. Iniciaremos a nossa digressão pelos denominados sistemas purúshicos, passando depois às escolas prakríticas.&lt;br /&gt;Sankia – Compreendendo a Diversidade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Escola Sankia foi fundada por Kapila, e o seu nome significa “enumeração correcta ou classificação perfeita”. Esta classificação perfeita refere-se a uma análise e explanação cuidadosas do processo através do qual Prakriti, pelo contacto de Purusha, se desenvolve no universo fenomenal, isto é, pretende-se descrever pormenorizadamente os graus sucessivos de diferenciação no processo de manifestação cosmológica. Para realizar esta tarefa, socorre-se de três princípios gerais e basilares: o dualismo Purusha-Prakriti, a qualificação de Prakriti em três Gunas, e o desdobramento desta em vinte e três Tatwas.&lt;br /&gt;É necessário começar por entender primeiro a distinção Sankia entre os dois membros da díade. Purusha, como sabemos, é o aspecto espiritual e subjectivo da existência, e Prakriti, complementarmente, é o aspecto objectivo, a substância ou energia primordial. O que distingue a concepção Sânkia de outras é o facto de entenderem e descreverem Purusha como um conjunto de inumeráveis átomos ou mónadas espirituais, sem contemplar a ideia de um Purusha Universal ou Ishwara. Estas mónadas ou Purushas não são sujeitas a atributos ou qualidades, e não podem ser afectadas no seu estado puro de bem-aventurança, tal só acontecendo quando se mesclam com Prakriti, a matéria primordial una e contínua. É portanto a incorporação de Purushas em Prakriti que produz centros de actividade que se designam por átomos materiais mas que, na verdade, não advêm de Prakriti porquanto esta é indivisível, e, sim, da influência das mónadas.&lt;br /&gt;Importa sublinhar que ambos os aspectos, Purusha e Prakriti, são emanações de TAT com igual grau de realidade, não se entendendo um como ontologicamente superior ao outro. Como emanações relativas que são (a partir do Absoluto), são finitos e destinados a desaparecer no final do ciclo de manifestação. Da acção e reacção entre ambos são criadas todas as formas, todas as sombras do grande teatro cósmico. Assim, também a Alma não é mais do que a combinação de Purusha e Prakriti, estando portanto sujeita às leis do Samsara, isto é, à periodicidade ou reencarnação, e ao karma ou causalidade. Todo o esforço Purúshico reside na sua libertação ou separação de Prakriti, quebrando a ilusão mayávica em que se enredou no início da manifestação, quando com a energia universal se mesclou. Maya, a ilusão da separatividade, é entendida pelo hinduísmo como avidya, ignorância – e, se nos lembrarmos de Platão e do seu entendimento da maldade como simples ignorância, teremos uma boa linha de meditação. No entanto, a reflexão sobre a relação entre Maya e a manifestação diverge subtil mas sugestivamente nos diferentes sistemas. Teremos oportunidade de o observar melhor quando analisarmos a Vedanta. Agora, apenas importa conservar na memória que, na Filosofia Sankia, Maya é o resultado da manifestação, é consequência da emanação dual a partir de TAT.&lt;br /&gt;Prakriti é descrita como possuindo três qualidades fundamentais, as três Gunas: Satva (verdade ou harmonia), Rajas (paixão ou actividade) e Tamas (indiferença ou inércia). Presentes em iguais proporções (isto é, equilibradas) no início da manifestação, estas qualidades surgem em diferentes proporções em cada uma das formas existentes no universo, sendo que essa variedade de formas, e a mudança a que estão sujeitas, são, em grande parte, devidas a essa desproporcionalidade: em cada uma das formas, uma ou duas Gunas predominam, emprestando à forma um carácter específico. Aliás, a distinção entre 23 Tatwas ilustra essa mesma ideia: são vinte e três princípios, que podem ser entendidos como classes ontológicas de existências fenoménicas – seis grandes grupos aos quais se podem reduzir todas as possibilidades de existência de formas no universo em manifestação. Estes princípios derivam de Prakriti, sob a energização dos Purushas, através das operações das três Gunas. Temos assim Mahat ou Buddhi (a mente universal), Ahamkara (consciência individual de separatividade), os cinco órgãos dos sentidos, os cinco órgãos da acção, manas e os cinco elementos.&lt;br /&gt;Ioga – a Disciplina da Libertação&lt;br /&gt;A Escola Ioga foi fundada (ou, pelo menos, sintetizada) por Patanjali que, aceitando a filosofia geral do sistema Sankia, veio propor um método de desenvolvimento da consciência (física, emocional, mental e superior). O seu nome significa contemplação, concentração e conjunção, pretendendo apontar para esse movimento em direcção à união do humano com o divino (simbolizado na ponte entre o mental superior e o mental inferior tradicionalmente referenciado como antahkarana).&lt;br /&gt;Como afirmámos, o sistema de Patanjali aceita em boa parte a concepção cosmogónica do sistema Sankia, nomeadamente a doutrina da dualidade Purusha-Prakriti e dos Tattwas. No entanto, ao contrário daquela escola, postula um Purusha universal, um Iswara: “infinito, sem forma, omnisciente, livre de todo o desejo, recompensa, dor ou actividade”5. Teoriza ainda a diferenciação dos órgãos dos sentidos, de Manas e, até, de Buddhi, a partir de Chitta, a substância mental. A ideia defendida é a de que a actividade mental seria o resultado de vórtices na Chitta, sendo o objectivo principal do Iogue restringir esses vórtices.&lt;br /&gt;Sobre este assunto, algumas palavras são necessárias para que não se confunda tão sublime objectivo com um qualquer nihilismo “estupidificante”. A ideia não é eliminar ou aniquilar a actividade e a substância mental, antes ter sobre ela controlo, aproveitá-la para a construção da sublime ponte entre o inferior e o superior. Assim, cremos ser uma boa sugestão de reflexão a comparação entre o trabalho do Iogue sobre a substância mental e o trabalho alquímico. Aliás, como nessa tradição, a Ioga indica passos de um caminho a ser percorrido, os célebres oito passos da Ioga: domínio de si mesmo, dever religioso, posturas, poder de dirigir o prana, poder de governar os sentidos, domínio da mente, meditação, contemplação transcendental ou êxtase. Vale a pena sublinhar a dificuldade da travessia (atente-se no primeiro dos passos e na verdadeira dimensão da sua exigência), e o facto de Patanjali ter advertido para que ao longo do percurso poderiam ser desenvolvidos alguns poderes mentais mas que estes, mais do que um benefício, traziam provas e dificuldades acrescidas ao praticante. Todos aqueles que actualmente embarcam na moda louca do desenvolvimento inconsciente e irresponsável de supostos poderes ocultos deveriam meditar sobre uma advertência tão séria.&lt;br /&gt;Vedanta – O Triunfo do Idealismo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O terceiro dos sistemas maiores é aquele que, ao longo da história, se tem apresentado como mais fascinante e apelativo, não só para nós ocidentais como também para os próprios hindus. A Vedanta tem como grande riqueza a sua universalidade, permitindo que diversas ideias e doutrinas possam coexistir pacificamente no seu interior, surgindo assim como um sistema filosófico unificador e sintetizador, sem, no entanto, diluir aspectos diferenciais. A sua fundação é algo controversa, sendo apontado como seu pioneiro Vyasa, embora isto por si só não informe muito, visto este ser o nome de uma extensa linhagem de instrutores. É conhecida na Índia como Uttara Mimansa, que significa investigação subsequente ou posterior, opondo-se a Purva Mimansa, investigação anterior, um dos sistemas prakríticos de que falaremos mais tarde. Esta distinção, em anterior ou posterior, pode ser uma mera referência cronológica mas muitos pensam referir-se antes à ênfase que cada uma das escolas coloca em diferentes partes dos Vedas, a primeira mais ritualística, e a segunda, baseada nos Upanishades, mais simbólica e esotérica.&lt;br /&gt;O princípio filosófico supremo e basilar da Vedanta é o idealismo radical, sustentador da realidade única do Uno e da ilusão de tudo o que para lá dele se concebe como existente: a fragmentação ou separação do Uno, ou TAT em partes é, assim, a grande mentira cósmica. Tentemos, no pouco espaço que temos, compreender o sentido do Idealismo Vedantino, que se resume nestas duas frases: “se no princípio não houve senão Um, no fim também haverá um só, chamemo-lo Brahman ou Atman” e “Brahman é verdadeiro, o mundo é falso, Atman é Brahman e nada mais” 6. As teorias da manifestação são substituídas pela ideia de reflexão ou aparência, não havendo nunca verdadeira conversão de TAT num universo fenomenal. Entende-se que tudo o que está fora e aparte do Uno são apenas Ideais, incluindo os dois princípios fundamentais, Purusha e Prakriti, somente existentes na mente do Uno 7. E o ego individual só pode ser entendido como igual ao ego do uno, indiviso e inteiro, um e o mesmo.&lt;br /&gt;Põe-se então a questão sobre o estatuto ontológico do universo: se não pode porvir do nada, nem sequer constituir-se como uma mudança em Brahman, o que é então? Três correntes apresentam três respostas diferentes, embora, em nosso entender, só uma delas seja verdadeiramente consistente com o princípio filosófico primeiro da Vedanta. A corrente Vishistadvaita admite que Brahman possa conter em si elementos de pluralidade. A corrente Dvaíta contorna a questão postulando Vishnu como causa eficiente do universo e Prakriti como causa material, e assumindo que ambos coexistem separadamente em Brahman, assim como as inumeráveis jivatmans ou almas individuais.&lt;br /&gt;Finalmente, a corrente Advaíta, baseada nos comentários de Shankaracharya, fiel ao absoluto monismo e portanto ao absoluto idealismo, reitera a verdade de Brahman, a falsidade do mundo, e a identidade entre o Eu e Brahman. O Universo é aqui concebido como pura ficção de Brahman que, enredado por Maya, se imagina dividido em espíritos individuais, num universo por ele erigido em fantasia. Ao contrário da filosofia Sankia, esta corrente não concebe uma identidade entre Maya e Avydia, entre a ilusão e a ignorância, mas confere à primeira um estatuto ontológico próprio, como possibilidade latente em Brahman que se converte em causa material do mundo. Assim, Maya não existe por existir um universo mas, ao contrário, o Universo fenomenal existe porque Maya o possibilita.&lt;br /&gt;Como última nota sobre a Vedanta, devemos frisar que, para efeitos práticos, a vida aparente não é considerada como um nada mas como real e valorosa. A este propósito lembramos os comentários de Helena Blavatsky que, na Doutrina Secreta, sublinha que duas existências fenomenais, existindo num mesmo plano de ilusão, justamente porque estão no mesmo plano, são, uma para a outra, reais. É por este aspecto que a Vedanta consegue respeitar e albergar a diversidade de ideias e formas de estar no mundo, constituindo-se como um exemplo de respeito e sabedoria.&lt;br /&gt;Os Sistemas Menores – Vaisesica, Nyaya e Purva Mimansa&lt;br /&gt;Chegamos então aos sistemas Prakríticos, os quais exporemos bastante sucintamente. O primeiro deles, o sistema Vaisesica – filosofia da discriminação – foi fundado por Kanada e basicamente afirma a composição do universo fenomenal a partir de seis categorias ou Padhartas: substância, qualidade, acção, generalidade, individualidade atómica ou separatividade e coerência. O conhecimento da verdade dos seis Padarthas trará a libertação do Samsara ou roda dos renascimentos. Para esta escola, os átomos finais são coeternos com o Logos do sistema ou Iswara, sendo as formas visíveis nos mundos inferiores agregações desses átomos, realizadas pelo Senhor do Mundo (Iswara). Assim como pela agregação dos átomos se cria, pela sua disjunção se destróem as formas e os universos.&lt;br /&gt;O sistema Nyaya, fundado por Gotama, tem uma natureza particularmente analítica que não deve ser desdenhada. Esta escola expõe um sistema de lógica não só igualável mas superior àqueles que foram sendo apresentados no Ocidente, nomeadamente por Aristóteles e alguns filósofos medievais. A ideia não é o simples uso retórico e formal da lógica, como aconteceu na cultura que conhecemos, mas o ensino da arte de pensar correcta e verdadeiramente. Como princípios basilares, postula um Ishwara e a existência de inúmeras almas individuais. Fundando-se nestas premissas, o seu sistema lógico implica a aprendizagem das cinco partes do silogismo, das dezasseis categorias ou tópicos, dos quatro canais do saber e dos doze objectos do conhecimento. O domínio destes ensinamentos trará ao estudante a estruturação e correcção do pensamento, o que lhe abrirá as portas da verdade.&lt;br /&gt;Finalmente, fundada por Jaimni, temos a Escola Purva Mimansa, fundamentalmente ritualística e cerimonial, defendendo a observância ortodoxa das prescrições védicas. A sua profunda exigência é a prática do Karma Ioga no respeito pelo Dharma. Significa isto que a libertação se atinge pela realização de obras, pela acção, embora, paradoxalmente (ou não) só o bem realizado sem visar a recompensa se constitui como bem real, como caminho de salvação. Assim, cada um deve respeitar o Dharma, lei interior de virtude, dever próprio de cada ser, verdade íntima à qual precisa de ser fiel, de forma a ser uno consigo mesmo e nessa união interior encontrar todo o universo.&lt;br /&gt;Por detrás do Diverso, a Fulguração da Unidade&lt;br /&gt;Sintetizando convergências e divergências, podemos dizer, em primeiro lugar, que todas as Escolas enunciam como ponto de partida ou fonte da existência o Absoluto, embora apresentem diferentes explicações sobre o processo de desdobramento e a constituição do universo fenomenal; e, em segundo lugar, que apontam como essenciais diferentes aspectos do conhecimento, apesar de concordarem unanimemente que só este pode conduzir à libertação da ilusão samsárica.&lt;br /&gt;Mas, como reiteradamente afirmámos, todos os aspectos que parecerão, a um olhar superficial, constituir fontes de disputa e antagonismo, não são mais do que momentos diferentes de uma travessia complexa pelas várias dimensões da realidade. E é por isso que Annie Besant e Bhagavan Das, referindo-se à profunda união e complementaridade das seis escolas, assim descrevem o percurso do discípulo: “… Na Nyasa e Vaisesica aprende a usar os seus poderes intelectuais correctamente, a detectar falácias e a compreender a constituição material do universo. Na Sankia aprende o curso da evolução, e no Yoga, a acelerar o seu crescimento. Na Mimansa é treinado a usar o mundo invisível para o auxiliar no mundo visível, e nas 3 escolas da Vedanta aprende a subir do ideal dele mesmo separado de Brahman, ao pensamento de que é uma parte de Brahman que pode a ele unir-se, até finalmente reconhecer que é e sempre foi Brahman”. Tat tvam asi, Isso és Tu, é a Verdade final que o Peregrino tem de reconhecer no final do caminho, Verdade só atingível quando o Eu houver perscrutado e compreendido o mundo interno e externo. Aí, no limiar da lucidez, o Eu reconhecerá a sua inexistência e, no coração de Brahman que foi, é e será, poderá finalmente reconhecer a sua Vida, a sua Verdade, o início e termo do seu caminho.&lt;br /&gt;Filipa Falcão&lt;br /&gt;Notas:&lt;br /&gt;1 Para melhores esclarecimentos sobre a expressão, remetemos para o Glossário Teosófico de Helena Blavatsky.&lt;br /&gt;2 Em diversos artigos anteriores da Biosofia estes raciocínios foram sendo apresentados, e podem também ser encontrados em muitos dos livros nela frequentemente citados e recomendados.&lt;br /&gt;3 Uma confrontação com Da Natureza de Parménides será certamente elucidativa.&lt;br /&gt;4 Cuja necessidade lógica pode também ser corroborada na reflexão Platónica sobre este assunto, exposta no Fédon, e resumida no artigo O Dia da Morte de Sócrates da Biosofia nº 15.&lt;br /&gt;5 Iogue Ramacharaca, As Doutrinas Esotéricas das Filosofias e Religiões da Índia.&lt;br /&gt;6 Müller, Max, citado por Iogue Ramacharaca in As Doutrinas Esotéricas das Filosofias e Religiões da Índia.&lt;br /&gt;7 O leitor interessado poderá confrontar esta afirmação com as teorias de Berkeley, nomeadamente na sua obra Princípios do Conhecimento Humano. Não deixa de ser curioso, embora para muitos inevitável, que, levadas ao extremo das suas consequências lógicas, as premissas cristãs acabem por atingir exactamente o mesmo ponto que as suas congéneres hindus.&lt;br /&gt; biosofia.net/2005/03/21/brahmavidya/&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/25888926-7165879688291596467?l=budismomundial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://budismomundial.blogspot.com/feeds/7165879688291596467/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=25888926&amp;postID=7165879688291596467&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25888926/posts/default/7165879688291596467'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25888926/posts/default/7165879688291596467'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://budismomundial.blogspot.com/2007/04/brahmavidya.html' title='Brahmavidya'/><author><name>Motoko Aramaki</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='12' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5784/479/400/imagemlogo2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-25888926.post-116748886263680506</id><published>2006-12-30T12:25:00.000-02:00</published><updated>2006-12-30T12:28:53.810-02:00</updated><title type='text'>Buddha Cristão</title><content type='html'>&lt;a href="http://budismomundial.blogspot.com/"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5014326024325281042" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_4JU8n5zwDn4/RZZ287vntRI/AAAAAAAAAJA/sX8zQM6BytM/s400/Yuna31.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Um dos monges do mestre Gasan visitou a universidade em Tokyo. Quando ele&lt;br /&gt;retornou, ele perguntou ao mestre se ele jamais tinha lido a Bíblia Cristã.&lt;br /&gt;"Não," Gasan replicou, "Por favor leia algo dela para mim."&lt;br /&gt;O monge abriu a Bíblia no Sermão da Montanha em São Mateus, e começou a ler.&lt;br /&gt;Após a leitura das palavras de Cristo sobre os lírios no campo, ele parou.&lt;br /&gt;Mestre Gasan ficou em silêncio por muito tempo.&lt;br /&gt;"Sim," ele finalmente disse, "Quem quer que proferiu estas palavras é um ser&lt;br /&gt;iluminado. O que você leu para mim é a essência de tudo o que eu tenho estado tentando ensinar a vocês aqui."&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/25888926-116748886263680506?l=budismomundial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://wahlhall.blogspot.com/' title='Buddha Cristão'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://budismomundial.blogspot.com/feeds/116748886263680506/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=25888926&amp;postID=116748886263680506&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25888926/posts/default/116748886263680506'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25888926/posts/default/116748886263680506'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://budismomundial.blogspot.com/2006/12/buddha-cristo.html' title='Buddha Cristão'/><author><name>Motoko Aramaki</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='12' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5784/479/400/imagemlogo2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_4JU8n5zwDn4/RZZ287vntRI/AAAAAAAAAJA/sX8zQM6BytM/s72-c/Yuna31.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-25888926.post-116716546204180411</id><published>2006-12-26T18:33:00.000-02:00</published><updated>2006-12-26T18:37:42.053-02:00</updated><title type='text'>Amor, Meditação e o Dalai Lama</title><content type='html'>&lt;a href="http://budismomundial.blogspot.com/"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5012936563750318914" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_4JU8n5zwDn4/RZGHPrvns0I/AAAAAAAAAFY/y0dUpGh4qRs/s400/image0U9.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Instituto de Pesquisas Psíquicas Imagick &lt;/strong&gt;Coisas estranhas têm acontecido nas reuniões anuais da Society for Neuroscience, entidade norte-americana que agrega neurocientistas de vários países. Os corredores antes ocupados apenas por estruturas moleculares, eletrofisiologia sensorial, desenvolvimento, neurotrofinas e outras drogas agora abrigam várias dezenas de pôsteres falando sobre temas inusitados: estresse social, decisões econômicas, apreciação musical, meditação, sexo e paixão. &lt;br /&gt;Muito vem do advento da ressonância magnética funcional, que permite vasculhar o cérebro acordado em busca de zonas ativadas ou desativadas conforme os pensamentos do dono. Graças a ela, agora a neurociência pode se meter nos sentimentos mais nobres, subjetivos e pessoais de quem se voluntaria à ciência. Há quem não goste dos resultados, que invadem a privacidade alheia e mostram milimetricamente onde faíscas se acendem no cérebro enquanto ele decide entre 20 reais agora ou 40 amanhã, se arrepia com uma música, medita, vê a pessoa amada, admira fotos eróticas, ou mesmo tem um orgasmo (sim, sim, quem tem orgasmos é o cérebro).  &lt;br /&gt;Amor, paixão e desejo não deveriam ser quantificados ou parametrizados, muito menos explicados, reclamam alguns. Outros protestam indagando o que se ganha sabendo “onde” essas coisas acontecem no cérebro. O que a neurociência faz, além de comprovar e sugerir mecanismos para o que o senso comum já sabia: que a paixão nos cega, nos torna obsessivos, nos tira do rumo? Por outro lado, quanto não se perde da poesia, quando “eu te amo” passa a poder ser trocado por “meu núcleo acumbente quer muito ficar perto de você”? A beleza da música não se torna menor se for decomposta em cumprimento de expectativas e sincronia entre regiões cerebrais? E se o estado de iluminação, normalmente alcançado às custas de anos de meditação, pudesse ser atingido com um único eletrodo situado estrategicamente no cérebro? &lt;br /&gt;Curiosamente, a resposta dada à última pergunta pelo Dalai Lama em pessoa é “eu seria totalmente a favor”. Convidado a proferir a primeira palestra da série Diálogos entre Neurociência e Sociedade na 35a reunião anual da SfN, sediada em Washington, DC em novembro de 2005, Sua Santidade o Dalai Lama falou meia hora sobre sua infância de menino questionador e contestador, e durante outra meia hora respondeu a uma série de perguntas de uma audiência mesmerizada perante sua figura singela, simpática e sorridente.  &lt;br /&gt;Seu trato com pessoas comuns é informal porque, em suas palavras, a verdade é mais importante do que uma atitude cerimoniosa. Quando um dia lhe foi recomendada cautela com a ciência, por ser esta uma destruidora da realidade, ele replicou que a ciência apenas faz o que o budismo faz: busca a verdade. Sem investigação, não é possível enxergar a realidade. Budistas, como cientistas, são céticos – e é saudável para ambos, ele diz, rejeitar a tradição quando face a contradições.  &lt;br /&gt;Apreciador de longa data da neurociência, o Dalai Lama adota perante esta uma postura condizente com seu empenho em promover dois valores humanos: o intelecto e o afeto. Quando perguntado se a compaixão para com todos os seres pode conviver com a pesquisa animal, Sua Santidade lembrou que seus companheiros tibetanos não-vegetarianos se deparam com problema semelhante. Se matar um animal é necessário, que isso seja feito com algum sentimento, com empatia. Sua atitude em relação a pesquisas que promovam emoções positivas é de encorajamento. “Eu gostaria de ser o primeiro paciente a ter removidas as regiões cerebrais responsáveis pela raiva e pela inveja”, disse. Se a neurociência tornasse mais fácil a meditação sem prática, ele seria a favor? “Como para a cirurgia do cérebro, sim. Mas, como as drogas ansiolíticas, não é o ideal se, para dar tranqüilidade, uma medicação adormece partes do cérebro que são fundamentais. Bom seria manter a faculdade crítica, um nível de consciência metacognitiva que consegue enxergar suas próprias falhas”. &lt;br /&gt;Quanto à possibilidade de a neurociência fazer progressos sobre a relação cérebro-mente, o Dalai Lama acredita que primeiro será necessário chegar a uma boa definição do que seja a consciência. No que tange a funções específicas, no entanto, ele está certo de que a compreensão dos circuitos cerebrais envolvidos trará avanços. “E se você fosse se tornar neurocientista amanhã, qual seria o tema da sua tese?”, perguntou um espectador, provavelmente certo de ouvir “Meditação” como resposta. Mas não: sábio, e sempre sorridente, o Dalai Lama respondeu que precisaria de mais uns dias para pensar com muito cuidado... &lt;br /&gt;E assim, reconfortados pelo Dalai Lama de não estarem destruindo a realidade ou a poesia da vida, vários milhares de neurocientistas voltaram para seus hotéis, para então seguirem investigando as bases cerebrais do amor, da empatia e das decisões econômicas. E, por que não, da consciência, palavra cuja definição escapa até ao Dalai Lama. &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Por: Suzana Herculano-Houzel, &lt;br /&gt;neurocientista, professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro,  &lt;br /&gt;formada em biologia pela UFRJ  &lt;br /&gt;e pós-graduada pela Case Western Reserva University  &lt;br /&gt;e pela Université Paris VI.  &lt;br /&gt;Suzana trabalhou quatro anos no Instituto Max-Planck para a Pesquisa do Cérebro em Frankfurt, na Alemanha,  &lt;br /&gt;e três anos no Museu da Vida, na Fundação Oswaldo Cruz, Rio de Janeiro, &lt;br /&gt;onde começou sua carreira em divulgação científica. &lt;br /&gt;Escreve quinzenalmente para a Folha de São Paulo,  &lt;br /&gt;é autora dos livros "O Cérebro Nosso de Cada Dia" (ed. Vieira &amp; Lent, 2002),  &lt;br /&gt;"Sexo, Drogas, Rock'n'Roll &amp; Chocolate (ed. Vieira &amp; Lent, 2003)  &lt;br /&gt;e O Cérebro em Transformação (ed. Objetiva, 2005),  &lt;br /&gt;e editora da revista Neurociências (http://www.atlanticaeditora.com.br).  &lt;br /&gt;Recebeu em 2004 do CNPq o Prêmio José Reis de Divulgação Científica  &lt;br /&gt;pelo conjunto do seu trabalho &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amor tenet omnia.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;http://br.groups.yahoo.com/group/portaldosesotericos/&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Conheça nossa lista 'irmãzinha'&lt;br /&gt;http://br.groups.yahoo.com/group/SeaAmar&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/25888926-116716546204180411?l=budismomundial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://wahlhall.blogspot.com/' title='Amor, Meditação e o Dalai Lama'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://budismomundial.blogspot.com/feeds/116716546204180411/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=25888926&amp;postID=116716546204180411&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25888926/posts/default/116716546204180411'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25888926/posts/default/116716546204180411'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://budismomundial.blogspot.com/2006/12/amor-meditao-e-o-dalai-lama.html' title='Amor, Meditação e o Dalai Lama'/><author><name>Motoko Aramaki</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='12' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5784/479/400/imagemlogo2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_4JU8n5zwDn4/RZGHPrvns0I/AAAAAAAAAFY/y0dUpGh4qRs/s72-c/image0U9.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-25888926.post-116111898309326583</id><published>2006-10-17T17:55:00.000-03:00</published><updated>2006-10-17T18:03:03.153-03:00</updated><title type='text'>Tao Te King</title><content type='html'>&lt;a href="http://asgardh.blogspot.com/"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2983/2680/400/tao_of_tantra.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O TAO&lt;br /&gt;O Tao (Dao) que pode ser pronunciado&lt;br /&gt;Não é o Tao (Dao) eterno&lt;br /&gt;O nome que pode ser proferido&lt;br /&gt;Não é o Nome eterno.&lt;br /&gt;Ao principio do Céu e da Terra chamo "Não-Ser"&lt;br /&gt;À mãe dos seres individuais chamo "Ser"&lt;br /&gt;Dirigir-se para o "Não-Ser" leva&lt;br /&gt;À contemplação da maravilhosa Essência;&lt;br /&gt;Dirigir-se para o Ser leva&lt;br /&gt;À contemplação das limitações espaciais.&lt;br /&gt;Pela origem, ambos são uma coisa só,&lt;br /&gt;Diferindo apenas no nome.&lt;br /&gt;Em sua Unidade, esse Um é mistério,&lt;br /&gt;O mistério dos mistérios&lt;br /&gt;É o portal por onde entram as maravilhas.&lt;br /&gt;Tao (Dao) Te King&lt;br /&gt;Lao Tzu&lt;br /&gt;O antigo teísmo chinês ensinava que no céu havia um deus de quem o mundo simplesmente dependia, um deus que recompensava os bons e castigava os maus. Além deste pai no céu - acompanhado pela mãe - terra, cuja presença jamais afetou basicamente o pensamento monoteísta, havia ainda uma série de espíritos da natureza e dos ancestrais. Apesar de dependentes do céu eles tinham, não obstante, as suas áreas específicas a cuidar, de modo semelhante aos funcionários subordinados ao rei.&lt;br /&gt;Com Lao Tzu, a eliminação definitiva do antropomorfismo religioso se iniciou. O Céu e a Terra não têm sentimentos humanos de amor. Para eles todos os seres são meros cães de sacrifícios feitos de palha, que na antiga China eram quiemados após os sacrifícios de oferenda.&lt;br /&gt;No entanto, Lao Tzu está longe de considerar o curso da natureza como algo acidental e desordenado. Dessa forma ele está livre de todo o ceticismo e pessimismo. Ele não luta apenas contra a religião popular, contudo a substitui por algo mais elevado, e que leva mais longe. Baseado na velha sabedoria dos livros das mutações, Lao Tzu reconhecera que a essência do mundo não é uma condição estaticamente mecânica. O mundo está em constante alternância e transformação. O Livro das Mutações mostra igualmente que todas as transformações se realizam segundo leis estabelecidas. A concepção do livro é de que a totalidade do mundo fenomenal está baseada no antagonismo complementar da polaridades das energias Yin, passiva, negativa e Yang, ativa, positiva. Estas energias encontram-se em contínua transformação. A unidade se divide e se converte em duplicidade, a duplicidade se une e torna a ser unidade. O que está no fim de tudo, no âmago de todas as mudanças, é a grande polaridade (Tai Gi), a unidade que transcende toda dualidade, todos os fatos e mesmo toda a existência. Essas mudanças se processam por meio de um caminho fixo e pleno de sentido (Tao), no caminho do céu (T´ien Tao), ao qual corresponde, na terra, o caminho do homem (Jen Tao)&lt;br /&gt;Confúcio buscava o caminho do céu. Para Lao Tzu, o caminho do céu não era ainda o mais elevado grau. O grau mais elevado e definitivo estava além da personalidade, até de que qualquer ser de algum modo perceptível ou definível. Não era também um nada, mas algo que se subtraía às formas do pensamento humano.&lt;br /&gt;Para uma coisa assim não há naturalmente, nome algum, já que todos os nomes só nascem da vivência; e essa coisa é, no entanto, o que primeiro possibilita as vivências. Denominou então essa coisa, por força da necessidade, "Tao", só para poder falar dela, pois não tinha como chamá-la e chamou-a igualmente de "grande". O Tao do céu e o Tao do homem sempre foram conhecidos, mas não o Tao absoluto. Tao significa caminho. Mas no sentido de Lao Tzu não se pode, sem mais nem menos, traduzi-lo por caminho ou senda. Há duas palavras chinesas para caminho. Uma é "Lu". Resulta da combinação dos símbolos para "pé" e " cada". É o que cada pé pisa, o caminho que resulta justamente do fato de ser percorrido. Transposto o seu sentido, essa expressão poderia ser usada para o conceito moderno de lei natural, que é do mesmo modo, aceita como existente, pois os processos ocorrem no sentido dessa lei. Outra palavra para caminho é Tao (Dao), que se escreve combinando os símbolos para "cabeça" e "andar". Daí resulta um significado substancialmente diferente do da palavra "Lu", isto é, o de um caminho que conduz a um objetivo; o de uma direção, de um caminho indicado, tendo, ao mesmo tempo, o sentido de "falar" e " guiar". Parece que este símbolo foi usado inicialmente para as trajetórias astronômicas dos corpos celestes.&lt;br /&gt;Falando do Tao (Dao), Lao Tzu preocupou-se em afastar tudo que pudesse lembrar algum tipo de existência. Desse modo, o Tao está num nível totalmente distinto de tudo quanto pertence ao mundo dos fenômenos. É anterior ao céu e à terra; não é possível dizer de onde vem; é anterior ao próprio sentido de Deus. Ele se baseia em si mesmo, é imutável e está em eterna circulação.&lt;br /&gt;Embora se negue existência ao Tao (Dao), ele, no entanto, também não é simplesmente nada. Porque do nada não pode surgir nada. É verdade que o Tao (Dao) não é temporal nem espacial. Olhando-o, não o vemos, escutando-o, não o ouvimos, e se quisermos tocá-lo, não o sentimos. Contudo nesse não ser espacial nem temporal está depositada, de algum modo a variedade. Mesmo não o vendo, ouvindo ou sentindo, há algo nele que corresponde a essa variedade dos sentidos; figuras, imagens, embora informes, imateriais. Ele se encontra então num nível que está além do ser e do não ser. Mas também não é tão irreal que as coisas não possam resultar dele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comentários de Richard Wilhelm&lt;br /&gt;Do livro Tao Te King&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/25888926-116111898309326583?l=budismomundial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://asgardh.blogspot.com/' title='Tao Te King'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://budismomundial.blogspot.com/feeds/116111898309326583/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=25888926&amp;postID=116111898309326583&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25888926/posts/default/116111898309326583'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25888926/posts/default/116111898309326583'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://budismomundial.blogspot.com/2006/10/tao-te-king.html' title='Tao Te King'/><author><name>Motoko Aramaki</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='12' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5784/479/400/imagemlogo2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-25888926.post-116057593443560797</id><published>2006-10-11T11:01:00.000-03:00</published><updated>2006-10-11T11:12:14.456-03:00</updated><title type='text'>Alquimia Interna Taoista</title><content type='html'>&lt;a href="http://asgardh.blogspot.com/"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2983/2680/400/1-Astral%20Traveling.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; O corpo humano é um organismo, e como todo organismo precisa de energia e de uma interação entre as funções dos principais órgãos para funcionar bem. Perdemos energia a todo instante e precisamos repô-la se pretendemos continuar saudáveis e vivos. A cultura e a Medicina Chinesa há milhares de ano vem estudando energia, mapeando suas rotas pelo corpo e descobrindo suas aplicações terapêuticas. Eles estudaram uma forma de energia que chamaram de Chi, ou energia vital, a mesma que a Acupuntura trabalha. A palavra mais correta para denominar esta energia seria o bio-eletro magnetismo. Os chineses classificaram este manancial inesgotável de energia em Jing; a energia da terra, Chi; do plano cósmico e Shen; do céu e das estrelas, Nosso tempo de vida e nossa saúde dependem do fluxo e equilíbrio destas energias e da nossa capacidade de repô-las. Os meridianos mapeados pelos chineses e utilizados pela acupuntura, são algumas das rotas percorridas por este fluxo de energia vital ou Chi. Porém, existem rotas especiais no nosso corpo conhecidas pela Medicina Chinesa, (vasos maravilhosos) que são canais psíquicos e não podem ser manipuladas pelas agulhas. A técnica para abrir estas rotas e ensinar a multiplicar esta energia foi mantida em segredo por milhares de anos na China. Este conhecimento era passado de pai para o filho escolhido e transmitida oralmente através dos milênios. Somente o Imperador e sua corte tinham acesso a estas técnicas. Na Alquimia Interna Taoista, como sistematizada por Mantak Chia, aprendemos os segredos deste conhecimento milenar...&lt;br /&gt;O Tao&lt;br /&gt;O Tao (Dao) que pode ser pronunciadoNão é o Tao (Dao) eternoO nome que pode ser proferidoNão é o Nome eterno.Ao principio do Céu e da Terra chamo "Não-Ser"À mãe dos seres individuais chamo "Ser"Dirigir-se para o "Não-Ser" levaÀ contemplação da maravilhosa Essência;Dirigir-se para o Ser levaÀ contemplação das limitações espaciais.Pela origem, ambos são uma coisa só,Diferindo apenas no nome.Em sua Unidade, esse Um é mistério,O mistério dos mistériosÉ o portal por onde entram as maravilhas.Tao (Dao) Te KingLao Tzu&lt;br /&gt;O antigo teísmo chinês ensinava que no céu havia um deus de quem o mundo simplesmente dependia, um deus que recompensava os bons e castigava os maus. Além deste pai no céu - acompanhado pela mãe - terra, cuja presença jamais afetou basicamente o pensamento monoteísta, havia ainda uma série de espíritos da natureza e dos ancestrais. Apesar de dependentes do céu eles tinham, não obstante, as suas áreas específicas a cuidar, de modo semelhante aos funcionários subordinados ao rei.&lt;br /&gt;Com Lao Tzu, a eliminação definitiva do antropomorfismo religioso se iniciou. O Céu e a Terra não têm sentimentos humanos de amor. Para eles todos os seres são meros cães de sacrifícios feitos de palha, que na antiga China eram quiemados após os sacrifícios de oferenda.&lt;br /&gt;No entanto, Lao Tzu está longe de considerar o curso da natureza como algo acidental e desordenado. Dessa forma ele está livre de todo o ceticismo e pessimismo. Ele não luta apenas contra a religião popular, contudo a substitui por algo mais elevado, e que leva mais longe. Baseado na velha sabedoria dos livros das mutações, Lao Tzu reconhecera que a essência do mundo não é uma condição estaticamente mecânica. O mundo está em constante alternância e transformação. O Livro das Mutações mostra igualmente que todas as transformações se realizam segundo leis estabelecidas. &lt;a href="http://asgardh.blogspot.com/"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2983/2680/400/2-Astral%20%20traveling%20with.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A concepção do livro é de que a totalidade do mundo fenomenal está baseada no antagonismo complementar da polaridades das energias Yin, passiva, negativa e Yang, ativa, positiva. Estas energias encontram-se em contínua transformação. A unidade se divide e se converte em duplicidade, a duplicidade se une e torna a ser unidade. O que está no fim de tudo, no âmago de todas as mudanças, é a grande polaridade (Tai Gi), a unidade que transcende toda dualidade, todos os fatos e mesmo toda a existência. Essas mudanças se processam por meio de um caminho fixo e pleno de sentido (Tao), no caminho do céu (T´ien Tao), ao qual corresponde, na terra, o caminho do homem (Jen Tao)&lt;br /&gt;Confúcio buscava o caminho do céu. Para Lao Tzu, o caminho do céu não era ainda o mais elevado grau. O grau mais elevado e definitivo estava além da personalidade, até de que qualquer ser de algum modo perceptível ou definível. Não era também um nada, mas algo que se subtraía às formas do pensamento humano.&lt;br /&gt;Para uma coisa assim não há naturalmente, nome algum, já que todos os nomes só nascem da vivência; e essa coisa é, no entanto, o que primeiro possibilita as vivências. Denominou então essa coisa, por força da necessidade, "Tao", só para poder falar dela, pois não tinha como chamá-la e chamou-a igualmente de "grande". O Tao do céu e o Tao do homem sempre foram conhecidos, mas não o Tao absoluto. Tao significa caminho. Mas no sentido de Lao Tzu não se pode, sem mais nem menos, traduzi-lo por caminho ou senda. Há duas palavras chinesas para caminho. Uma é "Lu". Resulta da combinação dos símbolos para "pé" e " cada". É o que cada pé pisa, o caminho que resulta justamente do fato de ser percorrido. Transposto o seu sentido, essa expressão poderia ser usada para o conceito moderno de lei natural, que é do mesmo modo, aceita como existente, pois os processos ocorrem no sentido dessa lei. Outra palavra para caminho é Tao (Dao), que se escreve combinando os símbolos para "cabeça" e "andar". Daí resulta um significado substancialmente diferente do da palavra "Lu", isto é, o de um caminho que conduz a um objetivo; o de uma direção, de um caminho indicado, tendo, ao mesmo tempo, o sentido de "falar" e " guiar". Parece que este símbolo foi usado inicialmente para as trajetórias astronômicas dos corpos celestes.&lt;a href="http://asgardh.blogspot.com/"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2983/2680/400/4-Tao%20Dolphins.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Falando do Tao (Dao), Lao Tzu preocupou-se em afastar tudo que pudesse lembrar algum tipo de existência. Desse modo, o Tao está num nível totalmente distinto de tudo quanto pertence ao mundo dos fenômenos. É anterior ao céu e à terra; não é possível dizer de onde vem; é anterior ao próprio sentido de Deus. Ele se baseia em si mesmo, é imutável e está em eterna circulação.&lt;br /&gt;Embora se negue existência ao Tao (Dao), ele, no entanto, também não é simplesmente nada. Porque do nada não pode surgir nada. É verdade que o Tao (Dao) não é temporal nem espacial. Olhando-o, não o vemos, escutando-o, não o ouvimos, e se quisermos tocá-lo, não o sentimos. Contudo nesse não ser espacial nem temporal está depositada, de algum modo a variedade. Mesmo não o vendo, ouvindo ou sentindo, há algo nele que corresponde a essa variedade dos sentidos; figuras, imagens, embora informes, imateriais. Ele se encontra então num nível que está além do ser e do não ser. Mas também não é tão irreal que as coisas não possam resultar dele.&lt;br /&gt;Comentários do Richard WilhelmDo livro Tao Te King&lt;br /&gt;Cores e Significados&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elemento ÁguaAzul Noite - Fase de repouso da energia - Inverno - Frio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elemento TerraAmarelo Dourado - Fase de estabilização da energia - onde acontece todas as mutações e as mudanças das estações - temperatura temperada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elemento Fogo Vermelho rubi - Fase de distribuição da energia - Verão - temperatura quente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elemento Madeira Verde folha - Fase de geração da energia - Primavera - temperatura úmida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elemento MetalBranco metálico - Fase de contração da energia - Outono - temperatura seca e fria.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.healing-tao.com.br/alquimia/alquimia"&gt;http://www.healing-tao.com.br/alquimia/alquimia&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/25888926-116057593443560797?l=budismomundial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://asgardh.blogspot.com/' title='Alquimia Interna Taoista'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://budismomundial.blogspot.com/feeds/116057593443560797/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=25888926&amp;postID=116057593443560797&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25888926/posts/default/116057593443560797'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25888926/posts/default/116057593443560797'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://budismomundial.blogspot.com/2006/10/alquimia-interna-taoista.html' title='Alquimia Interna Taoista'/><author><name>Motoko Aramaki</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='12' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5784/479/400/imagemlogo2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-25888926.post-116057496871946501</id><published>2006-10-11T10:52:00.000-03:00</published><updated>2006-10-11T10:56:08.733-03:00</updated><title type='text'>Os 5 Elementos no Taoismo</title><content type='html'>&lt;a href="http://asgardh.blogspot.com/"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2983/2680/400/5fases.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Por Daniel Reed&lt;br /&gt;Os 5 Elementos representam as atividades das forças Yin e Yang quando estão se alternando, manifestas nos ciclos de mudanças na natureza que regulam a vida na terra. Também chamadas como os 5 movimentos (Wu Yun), definem os vários estágios de transformação que acontecem nas mudanças de estações: crescimento e declínio; mudanças do clima; sons e sabores; emoções na psicologia humana. Cada energia está associada com um elemento natural cuja função se parece com a função destas energias, e tomam dali o seu nome. Diferente da forma de nomear os elementos por sua forma e substância como fazemos no Ocidente e em outros sistemas, o sistema chinês leva em conta a energia e sua transformação. Os elementos simbolizam atividades da energia com as quais estão associados.&lt;br /&gt;As manifestações da força Yin e Yang na terra, as cinco fases da energia representam vários estágios de vazio e cheio pelas quais essas energias passam ao equilibrar um determinado sistema energético. Um antigo texto chinês diz sobre isto:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As cinco fases da energia ou os Elementos de Madeira, Metal, Água, Terra e Fogo aparecem em sua natureza especifica, durante as transformações da força Yang e de sua união com a força Yin. Estas fases de energia estão em constante mudança de atividade, nutrindo e controlando uma a outra para que haja uma constância nos movimentos de transformação do vazio para o cheio e do cheio para o vazio, num movimento circular sem fim ou começo. A interação destas forças primordiais cria a harmonia nas mudanças e no curso dos ciclos na natureza. As Cinco fases das Energias Elementares se combinam e re-combinam em inúmeras formas e produzem a vida manifesta. Todas as coisas que existem contêm os cinco elementos em variadas proporções.&lt;br /&gt;Vamos analisar estas idéias observando os ciclos das estações do ano que influenciam tudo sobre a terra. A água é a fase da energia associada ao inverno, quando prevalece a força Yin. O inverno é o tempo do descanso, da quietude, quando a energia é poupada, recolhida, condensada, conservada e armazenada. A água é um elemento muito concentrado, contendo um grande potencial, um grande poder esperando para ser liberado. No corpo humano, a água está associada com os fluidos essenciais como os hormônios, os líquidos linfáticos, a medula, as enzimas, todos com grande potencial de energia. Sua cor é o preto ou o azul noite. A cor que contêm todas as outras cores de forma concentrada. Na natureza, a água evapora com o excesso de calor; nos seres humanos a energia da água dispersa pelo excesso de estresse e de emoções fortes. A forma de se conservar a energia da água é através da quietude e do repouso, é se manter "frio".&lt;br /&gt;A próxima fase do ciclo das estações do ano é a primavera, surge o elemento madeira do potencial energético da água, assim como as plantas florescem na terra durante a primavera. Este é o novo estágio Yang do ciclo das energias. A fase Madeira é expansiva, alegre e explosiva. É uma geração criativa de energia, despertando o desejo sexual de procriar. Está associada ao vigor, à juventude, ao crescimento e ao desenvolvimento. A energia da Madeira pede livre expressão e espaço para dar vazão à sua expansão. Se bloquearmos seu desenvolvimento, criamos sentimentos de frustração, raiva, ciúme e estagnação.&lt;br /&gt;Assim como a primavera se desenvolve naturalmente para o verão, assim também a energia expansiva e criativa da Madeira amadurece para a energia florescente do Yang velho, a energia do fogo. Esta é a fase mais cheia de energia de todo o ciclo, quando acontece a fase mais quente da energia yang cheia. Todas as formas de vida se esquentam nesta fase de crescimento da energia do fogo. O fogo está associado ao coração, que é a morada das emoções humanas e o órgão que pulsa e distribui o sangue e sua energia pelo corpo. Sua cor é o vermelho a cor do calor e do sangue. Esta energia está associada ao amor e à compaixão, à generosidade e à alegria, à abertura e à abundância. Se bloquearmos esta energia, o resultado é a hipertensão, os problemas do coração e as desordens nervosas.&lt;br /&gt;No final do verão chega um momento de interlúdio, de perfeito equilíbrio quando a energia do fogo diminui, se transformando em energia da terra, nem muito Yin e nem muito Yang quando se instala um estado de equilíbrio perfeito. Este momento é o clímax do ciclo, o intervalo entre as energias Yang da primavera e do verão e as energias Yin do outono e do inverno. O humor das 5 fases da energia está em harmonia neste momento, trazendo uma sensação de bem estar e completude. A energia do final do verão é a energia da terra, sua cor é o amarelo, a cor do sol e da terra. Na anatomia humana está associada ao estômago, ao baço e ao pâncreas que estão situados no centro do corpo e alimentam todo o sistema do corpo. Se a energia da terra for insuficiente, o organismo fica mal nutrido, afeta a digestão e todo o sistema se desequilibra e fica desvitalizado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando o verão passa para o outono, a energia da terra se transforma em Metal. Durante a fase Metal, a energia começa novamente a se condensar, se contrair, volta-se para dentro para acumular e se armazenar, assim como armazenamos nossos alimentos no outono, para sobreviver no inverno. Nesta fase liberamos tudo que está gasto como as folhas das árvores que caem para poupar a essência, que é então armazenada para suportar a fase não produtiva da água, do inverno. Se nesta fase não houver bastante energia para contrair, não haverá força suficiente para passar o inverno e o próximo ciclo da madeira/primavera será fraco. A energia do Metal controla o pulmão, que extrai a energia essencial e expele as toxinas do sangue e do intestino grosso, que elimina a sujeira pesada enquanto retêm e recicla toda a água do organismo. A cor da fase Metal é o branco, a cor da pureza e da essência. O outono é a estação da introspecção e da meditação, de reciclar sentimentos antigos, apegos externos e o excesso de emoções adquiridas durante o verão, assim como as árvores se livram das folhas secas e buscam os nutrientes de suas raízes. Se resistirmos a esta energia e ficarmos aprisionados no passado podemos criar estados de melancolia, de tristeza e de depressão que se manifestam em dificuldades respiratórias, dores nas costas, problemas de pele e baixa resistência a doenças. Assim como o metal é a energia refinada extraída da terra e lapidada pelo fogo, o outono é a estação onde devemos extrair aprendizagens das atividades e experiências do verão, transformando-as na quietude e sabedoria do inverno.&lt;br /&gt;Assim a grande roda da vida segue caminhando entre os ciclos das energias elementares, acordando e dando vida a todas as coisas, seguindo um processo ordenado de seqüência rítmica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As cinco fases da energia ou 5 elementos mantêm o equilíbrio interno e a harmonia entre as energia Yin e Yang, através de ciclos de equilíbrio e checagem, chamados ciclo criativo e ciclo de controle. Ambos os ciclos, que interagem e equilibram um ao outro, estão em constante atividade, mantendo o campo dinâmico destas forças polares, que é necessário para mover e transformar as energias. O ciclo criativo gera energia e nutre a energia - como a relação entre mãe e filho. Água gera a Madeira nutrindo seu crescimento. Madeira gera Fogo dando-lhe combustível para queimar; Fogo gera Terra, fertizando-a com suas cinzas; Terra produz Metal pela extração e refinamento; Metal se torna líquido como Água quando fundido, somando-lhe propriedades especiais, quando a ela se mistura (como na água mineral).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, o ciclo de controle cria uma relação de subjugar, como a existente nas batalhas entre o vencedor e o vencido. O Livro da Medicina Clássica descreve o ciclo de controle dessa forma:&lt;br /&gt;Madeira em contato com Metal é abatida. Fogo em contato com Água se apaga.Terra em contato com Madeira é penetrada.Metal em contato com Fogo de dissolve.Água em contato com Terra pára seu curso.&lt;br /&gt;Assim que uma das fases de energia se excede tende a exercer um estimulo excessivo sobre o elemento seguinte do ciclo criativo. Neste exato momento, o elemento que controla esta energia excessiva entra em ação para restaurar a harmonia. Por exemplo: se o elemento Madeira gerar energia em demasia, provendo o elemento Fogo de muito combustível - o que poderia causar muita queimada - o Metal entra em ação, cortando o suprimento de madeira e assim, restabelecendo o equilíbrio. O Ciclo Criativo e o de controle mantêm uma constante relação de harmonia e equilíbrio entre as 5 fases da energia ou as 5 Energias elementares.&lt;br /&gt;Os Vasos Maravilhosos&lt;br /&gt;Vaso Governante (Du Mai) Vaso de concepção (Ren Mai) Canais de Impulsão - Principais (Chong Mai) Canal do Cinturão (Dai Mai) O Vaso do Calcanhar Yang (Yangqiao Mai) O Vaso do Calcanhar Yin (Yinqiao Mai) O Vaso Regulador Yang (Yangwei Mai) O Vaso Regulador Yin (Yinwei Mai).&lt;br /&gt;Trigramas do I ChingVaso Governante (Du Mai) lago e metalVaso funcional ou de concepção (Ren Mai) fogo estes 2 acima formam a órbita microcosmicaOs três canais principais (esquerda, direita e centro) (Chong Mai) Céu -metalO cinturão que contorna a cintura (Dai Mai) vento - madeiraO vaso do calcanhar Yang (Yangqiao Mai) água -O vaso do calcanhar Yin (Yinqiao Mai) terraO vaso regulador Yang (Yangwei Mai) trovão - madeiraO vaso regulador Yin (Yinwei Mai). montanha - terra&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/25888926-116057496871946501?l=budismomundial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://asgardh.blogspot.com/' title='Os 5 Elementos no Taoismo'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://budismomundial.blogspot.com/feeds/116057496871946501/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=25888926&amp;postID=116057496871946501&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25888926/posts/default/116057496871946501'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25888926/posts/default/116057496871946501'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://budismomundial.blogspot.com/2006/10/os-5-elementos-no-taoismo.html' title='Os 5 Elementos no Taoismo'/><author><name>Motoko Aramaki</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='12' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5784/479/400/imagemlogo2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-25888926.post-116051815922700416</id><published>2006-10-10T19:02:00.000-03:00</published><updated>2006-10-10T19:09:19.236-03:00</updated><title type='text'>Ensinamentos Taoistas</title><content type='html'>&lt;a href="http://budismomundial.blogspot.com/"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2983/2680/400/sem%20t%3F%3Ftulo.4.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Instituto de Pesquisas Psíquicas Imagick&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Tao&lt;br /&gt;“Para representar o princípio eterno e incognoscível de todas as coisas, Lao&lt;br /&gt;Tsé escolheu uma palavra cuja etimologia possibilita uma designação pouco&lt;br /&gt;convencional: Tao.&lt;br /&gt;Esse termo foi utilizado convencionalmente pelos escritores, desde a&lt;br /&gt;antiguidade, para designar uma doutrina moral e social. Lao Tse, no entanto,&lt;br /&gt;dá-lhe uma nova acepção, utilizando-o para representar o Princípio&lt;br /&gt;Primordial, a causa das causas, o Absoluto Inacessível, o Ser/Não-ser&lt;br /&gt;superior a todas as criaturas, a Origem de tudo, que sempre foi, é e será,&lt;br /&gt;sem o qual nada existiria e que é Todo em tudo.”&lt;br /&gt;“Ao invés dos métodos de busca do Verdadeiro por intermédio dos sentidos e&lt;br /&gt;das faculdades mentais, o Tao Te King trata-se de uma introdução à Via da&lt;br /&gt;Simplicidade Original, à qual se tem acesso criando em si mesmo, pela&lt;br /&gt;abnegação e pelo desapego, um vazio que preenche a Virtude do Tao.”&lt;br /&gt;“Qualquer via que possa ser fixada e conduza gradualmente a um fim; qualquer&lt;br /&gt;doutrina ou sistema destinado a explicar as relações entre o espírito e a&lt;br /&gt;matéria, a determinar as categorias do entendimento; qualquer coisa que&lt;br /&gt;possa ser demonstrada a alguém, a fim de torna-lo apto a conhecer o&lt;br /&gt;Universo, a Verdade, a Realidade; nada disso é o que foi, é e eternamente&lt;br /&gt;será. Uma via que pode ser traçada não é a Via Eterna, o Tao.”&lt;br /&gt;“Os nomes atribuídos a seres e coisas, a fim de distingui-los,&lt;br /&gt;identificá-los ou evocá-los, aplicam-se às aparências apreendidas pelos&lt;br /&gt;sentidos e compreendidas pela inteligência, nada nos revelando da essência&lt;br /&gt;e, por conseguinte, da verdadeira natureza desses seres e coisas. Esses&lt;br /&gt;nomes pertencem ao modo de conhecimento relativo ao domínio do tempo e do&lt;br /&gt;espaço, onde reinam a dualidade, a oposição, a divisão. Um nome que pode ser&lt;br /&gt;pronunciado não é o Nome eterno.”&lt;br /&gt;“Nenhum dos modos de pensar e falar que conhecemos é aplicável ao Absoluto,&lt;br /&gt;e qualquer frase que tente qualificá-lo, fazê-lo conhecido, nega a si mesma,&lt;br /&gt;pois, no mistério de sua não-manifestação, o Tao é eterno, não tem nome.&lt;br /&gt;Assim, só nos resta balbuciar o que ele não é, fazendo preceder de uma&lt;br /&gt;negação todas as qualidades, virtudes e possibilidades sensíveis ou&lt;br /&gt;inteligíveis com que desejemos designá-lo.”&lt;br /&gt;“Não podendo ser nomeado, porque não manifesto no domínio do tempo e do&lt;br /&gt;espaço, o Tao não é para nós, senão uma necessidade lógica: percebendo tudo&lt;br /&gt;que há entre o céu e a terra e concebendo que nada possa nascer sem que uma&lt;br /&gt;causa seja seu princípio, quer dizer, que o preceda e produza, nossa&lt;br /&gt;impossibilidade de designar essa causa leva-nos a imaginar um Ser&lt;br /&gt;desconhecido, misteriosos, na origem do Universo. Sem nome, está na origem&lt;br /&gt;do Céu e da Terra.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Virtude do Tao&lt;br /&gt;“As práticas sinceras que têm por fim a perfeição moral só podem ser úteis&lt;br /&gt;se servirem de introdução à vida espiritual e não se limitarem a reproduzir,&lt;br /&gt;em nosso comportamento, as formas exteriores daquilo que chamamos virtudes.&lt;br /&gt;Tal conduta, puramente formal, permanecerá obra da vontade própria enquanto&lt;br /&gt;não for vivificada e fecundada pelo Espírito Divino. Por isso é necessário&lt;br /&gt;mostrar-se simples e natural, reduzir o egoísmo e ter poucos desejos.”&lt;br /&gt;“É em vão que, a fim de atenuar a perda da Virtude, as disciplinas morais e&lt;br /&gt;religiosas esforçam-se em obter do homem, pela obediência a prescrições ou&lt;br /&gt;pela observação de ritos cada vez mais complicados, aquilo que ele cumpriria&lt;br /&gt;naturalmente em sua simplicidade primordial.”&lt;br /&gt;“Sendo a vontade humana movida pelo egoísmo e pelo orgulho, suas obras&lt;br /&gt;aparentemente mais desinteressadas estão contaminadas pelo amor-próprio e&lt;br /&gt;viciadas por uma secreta pretensão a um direito autoral. O desapego com&lt;br /&gt;relação ao fruto da ação e a espontaneidade da Suprema vontade são opostos&lt;br /&gt;aos cálculos de suas imitações, num paralelo que se poderia parafrasear da&lt;br /&gt;seguinte maneira: aquele que possui a Virtude nada premedita em interesse&lt;br /&gt;próprio; dia após dia, segue com confiança o itinerário traçado pela vontade&lt;br /&gt;do Tao; esquecendo o passado e não perscrutando o porvir, vive no presente&lt;br /&gt;em contato com o Eterno. Não age por si mesmo e muito menos para si mesmo.&lt;br /&gt;Como poderia comprazer-se com a posse da Virtude, sabendo que é somente o&lt;br /&gt;canal e o dócil instrumento desta? Como poderia atribuir-se qualquer mérito&lt;br /&gt;por ações para as quais sua vontade pessoal tem tão pouca importância?”&lt;br /&gt;“No entanto, o mesmo não acontece com que pratica as virtudes seguindo uma&lt;br /&gt;via previamente traçada para si: ele mede o caminho percorrido, calcula a&lt;br /&gt;distância que o separa do fim e deplora a má conduta e a inércia dos que o&lt;br /&gt;cercam. Assim, os resultados de suas obras não o deixam indiferente: se&lt;br /&gt;estes são decepcionantes no presente, ele busca uma recompensa no futuro; se&lt;br /&gt;as aprovações reconfortam-no, as críticas causam-lhe amargura, das quais se&lt;br /&gt;consola julgando injustas as opiniões dos homens.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do livro: O Livro do Tao e sua virtude,&lt;br /&gt;versão integral e comentários de&lt;br /&gt;Marc Haven e Daniel Mazir.&lt;br /&gt;Attar editorial, 1988&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amor tenet omnia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://br.groups.yahoo.com/group/portaldosesotericos/&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conheça nossa lista 'irmãzinha'&lt;br /&gt;http://br.groups.yahoo.com/group/SeaAmar&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/25888926-116051815922700416?l=budismomundial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://asgardh.blogspot.com/' title='Ensinamentos Taoistas'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://budismomundial.blogspot.com/feeds/116051815922700416/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=25888926&amp;postID=116051815922700416&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25888926/posts/default/116051815922700416'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25888926/posts/default/116051815922700416'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://budismomundial.blogspot.com/2006/10/ensinamentos-taoistas.html' title='Ensinamentos Taoistas'/><author><name>Motoko Aramaki</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='12' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5784/479/400/imagemlogo2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-25888926.post-115116732133245718</id><published>2006-06-24T13:40:00.000-03:00</published><updated>2006-06-24T13:42:01.676-03:00</updated><title type='text'>Bambu longo, bambu curto</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2983/2680/1600/foto_acc.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2983/2680/400/foto_acc.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Certa vez, durante uma palestra, um monge perguntou a um mestre Zen:&lt;br /&gt;"Qual o significado fundamental do Budismo?"&lt;br /&gt;O mestre disse:&lt;br /&gt;"Ao final da palestra fique aqui sozinho comigo que eu lhe explicarei."&lt;br /&gt;Imaginando que algo muito importante lhe seria revelado, o monge esperou impaciente o fim da preleção. Quando todos saíram, ele perguntou ansioso:&lt;br /&gt;"Então, responder-me-ás agora?"&lt;br /&gt;"Siga-me," disse o mestre e levantou-se. Conduziu o monge ao belo jardim aos fundos do templo, apontou para o bosque de bambus e disse:&lt;br /&gt;"Este bambu é longo, aquele é curto."&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/25888926-115116732133245718?l=budismomundial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://budismomundial.blogspot.com/feeds/115116732133245718/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=25888926&amp;postID=115116732133245718&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25888926/posts/default/115116732133245718'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25888926/posts/default/115116732133245718'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://budismomundial.blogspot.com/2006/06/bambu-longo-bambu-curto.html' title='Bambu longo, bambu curto'/><author><name>Motoko Aramaki</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='12' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5784/479/400/imagemlogo2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-25888926.post-115116101281383785</id><published>2006-06-24T11:49:00.000-03:00</published><updated>2006-06-24T11:56:52.860-03:00</updated><title type='text'>Dança da Deusa Kwan Yin</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2983/2680/1600/kuan_yin.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2983/2680/400/kuan_yin.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;FAZED - Videos&lt;br /&gt;Chinese Dance Troup&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Um coreógrafo chinês, Zhang Jigang, criou uma coreografia para contemplar a deusa &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;da Misericórdia da mitologia budista, ou a "Kwan Yin de Mil Braços".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A dança foi apresentada por 21 bailarinas e são TODAS SURDAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.fazed.org/video/?id=26&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2983/2680/1600/kuanyin-400.0.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2983/2680/400/kuanyin-400.0.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Kuan Yin &lt;br /&gt;Other names: Kwan Yin, Kwannon, Guan Yin, Gwan Yin, Quan Yin, Qwan Yin&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Location:  China, Japan&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2983/2680/1600/KwanYin_closeupBrdr.0.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2983/2680/400/KwanYin_closeupBrdr.0.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Zhang Jigang: homem que pensa o Buda de Mil Mãos&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;São Paulo, 9/01/2006, postado por mauro - Texto visualizado 485 vezes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na passada Festa do Ano Novo Chinês promovida e transmitida pela Televisão Central da China (CCTV, em sua sigla em Inglês), a dança do Buda de Mil Mãos prendeu a atenção de todos os telespectadores. Trajados em dourado, 21 dançarinos surdos e mudos formaram uma fila vertical e 42 braços promoviam diferentes gestos simultaneamente, levando a todos a imagem do Buda de Mil Mãos, encontrada em muitas grutas da China. A dança maravilhosa foi criada por um famoso coreógrafo e chinês, Zhang Jigang.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nascido na província do Shanxi, Zhang Jigang ama profundamente o Rio Amarelo, um dos berços da civilização chinesa. Em 1991, quando freqüentava um curso superior no Conservatório de Danças de Beijing, ele compôs a peça Oferta a meus Pais. Composto por mais de dez balés folclóricos, a peça foi considerada como um importante ícone contemporâneo da dança chinesa. O evento tornou Zhang Jigang conhecido e prestigiado na área.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Zhang Jigang visitou várias vezes as Grutas de Yungang na província do Shanxi, sua terra natal. Ele também visitou as Grutas de Dunhuang na província de Gansu, onde observava atentamente os afrescos da imagem do Buda de Mil Mãos. Inspirado, decidiu compor uma dança que representasse aquela imagem. Zhang relembrou:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Em 1997, comecei a criar o balé Buda de Mil Mãos. Sempre que encontro a imagem do Buda de Mil Mãos me apaixono profundamente. Parece-me que se a imagem mexesse, ficaria lindíssima."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de três anos, Zhang Jigang não conseguia encontrar os dançarinos adequados para interpretá-la. Até que ele conheceu o Grupo Artístico de Deficientes da China e se tornou o diretor artístico da entidade. Logo, decidiu montar o balé com os integrantes do Grupo. Ele considerou que através da obra, os deficientes podiam se inspirar, isto é, se você for bondoso e estiver disponível em ajudar outras pessoas, também será ajudado por mil mãos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os 21 dançarinos são surdos-mudos, por isso, os ensaios eram bastante difíceis e complicados. Eles não conseguiam ouvir nenhuma nota e só podiam compreender o ritmo e a melodia por intermédio do professor de mímica. Até ficavam de bruços na caixa de som ou no chão para poder sentir um pouquinho do rítmo da música. Zhang Jigang se emocionava sempre com os dançarinos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2983/2680/1600/Kwan%20Yin.0.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2983/2680/400/Kwan%20Yin.0.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Em 2000, a dança Buda de Mil Mãos estreou nos EUA, obtendo grande sucesso. Em 2004, a obra foi apresentada na cerimônia de encerramento das Olimpíadas dos Deficientes em Atenas, sendo muito acolhida pelos espectadores. Sob a direção de Zhang, o nível artístico e prestígio do Grupo Artístico dos Deficientes da China sobe incessantemente. Até 2004, o Grupo se apresentou 190 vezes em mais de dez países e regiões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As obras de Zhang Jigang têm como origem as danças folclóricas. Para muitas pessoas, as danças populares não se referem aos enredos a fundo por falta da expressividade, mas Zhang interpreta a arte de sua maneira, considerando que todos os tipos de dança incluindo as danças populares chinesas são uma linguagem que explana o pensamento e emoção dos dançarinos. Os artistas precisam de descobrir os pormenores de vida para produzir boas obras. Zhang falou:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A vida oferece diversas fontes de inspiração para artistas. Um excelente artista deve ser sempre perspicaz. Por que algumas pessoas podem descobrir a beleza no cotidiano, outras não? A perspicácia é a resposta".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante uma carreira de 20 anos, Zhang Jigang compôs mais de 260 balés e danças encenados em mais de 60 países e regiões. Ele ganhou mais de 30 prêmios nacionais e internacionais, entre os quais, o Palhaço de Ouro de Mônaco e o Prêmio Presidente da França. Atualmente, ele está preparando para a representação das cerimônias dos Jogos Olímpicos de 2008. Ele disse:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Já fui convidado a participar da elaboração do projeto das Olimpíadas de Beijing. Não tenho certeza que será o coreógrafo das cerimônias inaugural e terminal. No entanto, se for incumbido desta tarefa, vou fazê-la com todo o coração. Sei como me esforçar para reunir mais artistas. Estarei preparado, a qualquer momento."&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/25888926-115116101281383785?l=budismomundial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://budismomundial.blogspot.com/feeds/115116101281383785/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=25888926&amp;postID=115116101281383785&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25888926/posts/default/115116101281383785'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25888926/posts/default/115116101281383785'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://budismomundial.blogspot.com/2006/06/dana-da-deusa-kwan-yin.html' title='Dança da Deusa Kwan Yin'/><author><name>Motoko Aramaki</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='12' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5784/479/400/imagemlogo2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-25888926.post-114859552304199053</id><published>2006-05-25T19:10:00.000-03:00</published><updated>2006-05-25T19:18:43.086-03:00</updated><title type='text'>O QUE É MEDITAÇÃO?</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2983/2680/1600/3.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2983/2680/400/3.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você já observou o pôr-do-sol, sentou-se à beira do mar ou caminhou numa floresta, sentindo a mais completa paz interior e bem-estar? Estes são os mesmos sentimentos que se sente durante a prática de meditação.&lt;br /&gt;Meditação é um período de tempo que guardamos todos os dias para acalmar a nossa mente. Meditação é uma maneira de diminuirmos o passo, relaxarmos e entrarmos em contato com a parte eterna do nosso ser. No começo da meditação, os pensamentos ficam mais lentos, vindo a parar por completo eventualmente. O ponto mais alto da meditação é um estado chamado "samadhi", onde a mente se une completamente com mundos de perfeita luz. A meditação recarrega nossas energias e nos ajuda a entrar em contato com o nosso ser interior. Sua prática nos traz mais clareza para compreendermos nossa vida diária, para assim podermos determinar mais facilmente o que é correto e benéfico para nós. A meditação nos traz felicidade e energia, nos dando força também para realizar as coisas cotidianas, pois sua prática nos conecta com a força do universo. Com o tempo, a prática contínua da meditação nos leva à Iluminação. A boa nova é que os benefícios da meditação podem ser sentidos imediatamente, logo&lt;br /&gt;na primeira sessão.&lt;br /&gt;"Meditação é a ponte entre este e todos os outros níveis de consciência,&lt;br /&gt;A prática da meditação lhe traz consciência da sua natureza eternamente iluminada.&lt;br /&gt;Pela prática da meditação você verá que a natureza verdadeira do seu eu real,&lt;br /&gt;o corpo de luz, é felicidade eterna!"&lt;br /&gt;Rama&lt;br /&gt;Técnicas de Meditação&lt;br /&gt;Existem muitas formas de meditação, como por exemplo, a meditação baseada em chacras, yantras e mantras. Ainda que as formas de meditação variem entre si, todas empregam técnicas de concentração que nos auxiliam a deter nossos pensamentos. Quando a mente está calma, tal como um lago sem ondulações, sentimos uma paz e poder totais.&lt;br /&gt;Sugestões para Meditação&lt;br /&gt;Independente da forma de meditação, é sempre uma boa idéa tomar uma ducha ou lavar as mãos e o rosto antes de meditar. É bom também criar um lugar especial em seu quarto dedicado somente à meditação. Você poderá achar um lugar ao ar livre se assim sentir-se bem. É importante manter as costas eretas durante a meditação, seja sentado no chão ou numa cadeira. A energia flui pela columa vertebral e por isso procuramos manter esse caminho livre. Também é uma boa idéa não comer muito antes de meditar, pois poderá se sentir pesado e cansado. No final da meditação, sempre se recline-se para frente em sinal de gratidão e ofereça sua meditação de volta para o universo. Esse sinal de humilde gratidão é muito importante na prática budista.&lt;br /&gt;Hoje em dia existem muitas práticas de meditação. Geralmente elas involvem a concentração nos centros de energia do corpo, concentração em uma imagem, entoação de mantras ou músicas, ou exercícios respiratórios. Independentemente do estilo, todas têm um objetivo comum - deter os pensamentos. Quando os pensamentos param, podemos nos conectar com mundos de luz, força, sabedoria e consciência pura. Experimente cada técnica e determine qual é a que melhor lhe convém. Poderá até alternar técnicas de vez em quando. Qualquer que seja o método que escolher, sentirá que cada sessão trará um pouco mais de clareza e poder em sua vida. As coisas mais importantes são perseverança na sua prática e a abilidade de nunca julgar sua meditação. A meditação requer prática, portanto não espere muito em pouco tempo. Se sentir sua mente divagando para longe de sua meditação, não se sinta frustrado. Simplesmente traga sua mente de uma forma suave para a técnica. Confie em você mesmo e acredite&lt;br /&gt;em sua prática.&lt;br /&gt;"Só com o coração é que podemos ver corretamente. O essencial é invisível aos olhos."&lt;br /&gt;O Pequeno Príncipe&lt;br /&gt;Consciência Plena&lt;br /&gt;A consciência plena é outra forma de meditação. É a meditação em ação e é como integramos meditação em todos os aspectos da nossa vida diária até que nossa vida inteira se torne meditação. (Não se preocupe, pois levará algum tempo para alcançarmos isso!) A consciência plena é baseada no princípio budista que diz : nos convertemos naquilo que concentramos. Em Budismo, não acreditamos que a mente tenha uma forma sólida específica. Pelo contrário, budistas acreditam que a mente é fluida, assumindo qualquer forma em que a colocamos. As formas de pensamentos que mantemos em nossa mente determinam sua forma. Portanto, se você pensar em coisas infelizes, se sentirá infeliz. Mas se você se concentrar em coisas agradáveis e felizes, você se sentirá feliz!&lt;br /&gt;"Seja lá o que for no que concentrar, naquilo você se transformará.&lt;br /&gt;Portanto, mantenha sempre seus pensamentos voltados para o que é o mais elevado,&lt;br /&gt;o mais resplandecente, e mais feliz e Nobre Entre Todas as Coisas - A Iluminação."&lt;br /&gt;Rama&lt;br /&gt;Portanto, em termos práticos, consciência plena é sermos positivos! É um jogo divertido que podemos praticar diariamente. Durante o dia, preste atenção nas coisas que pensa, nas emoções que sente, em suas reações, etc. Quando algo negativo vier, ao invés de reagir e se entregar para essa negatividade, mude conscientemente seu pensamento para alguma coisa positiva. Por exemplo, se pensar em algo negativo, troque o pensamento por um positivo. Da mesma maneira que você precisa trabalhar o corpo para se tornar forte, sua mente é como um músculo - você precisa exercitá -la para fortalecê-la! É eliminando pensamentos negativos da sua mente como um exercício físico; um bom hábito que se deve adquirir! Com o tempo, notará que se sente melhor e mais feliz durante todo o dia porque não se deixará ser levado por negatividades com as quais se depara. E, ao final do dia, descobrirá que tem mais energia para a noite.&lt;br /&gt;"Integrar a meditação à ação é toda a base, objetivo e propósito da meditação."&lt;br /&gt;Livro Tibetano da Vida e da Morte&lt;br /&gt;As práticas gêmeas da meditação e consciência plena formam o fundamento da prática Budista.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2983/2680/1600/mer.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2983/2680/400/mer.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Meditação nos Chacras&lt;br /&gt;Esta técnica de meditação envolve concentração nos centros de energia chamados chacras, os quais se localizam no corpo astral (corpo físico sutil). Estes centros de energia estão localizados ao longo de um conduto de energia - que não é físico - chamado sushumna. O sushumna, no corpo astral, corresponde à coluna vertebral no corpo físico, começando na base da espinha e terminando no "terceiro olho" que fica um pouco acima e entre as sombrancelhas. Sete chacras primários se encontram em diferentes pontos ao longo do sushumna. A Kundalini, também chamada chi, prana, ou energia bruta, está localizada na base da espinha, no primeiro chacra. Durante a meditação nos chacras, a energia Kundalini é pushada do primeiro chacra pelo shushumna até o terceiro olho, na área da testa onde o shushumna termina. Em práticas avançadas de meditação, quando uma grande quantidade de energia é gerada e mantida no terceiro olho, a energia pode "pular" do terceiro olho para o sétimo chacra. O&lt;br /&gt;sétimo chacra é também chamado de chacra da "coroa" ou "lótus de mil pétalas de luz". Quando a energia "pula" para o chacra da coroa, ocorre o estado chamado samadhi quando o praticante se une com mundos de luz. Quando o praticante entra em samadhi, ele estará nas primeiras fases de Iluminação. Ao entrar em samadhi repetidamente, o praticante será conduzido a um estado perfeito de consciência plena na qual ele passa a ser uno com a Iluminação.&lt;br /&gt;Na meditação baseada nos chacras, enfocamos três dos sete principais centros de energias. Por "enfocar", queremos dizer que voltamos nossa atenção nas áreas do corpo correspondentes a cada chacra, um de cada vez. Concentramos no centro de energia para assim ativá-lo, liberando sua energia. Ás vezes, é aconselhável colocar os dedos suavemente sobre cada centro que meditamos para sentirmos onde estão. Com a prática, você sentirá os centros de energia em seu corpo naturalmente.&lt;br /&gt;Começamos com o terceiro chacra, o centro do poder que se localiza uma polegada (2.54cm) aproximadamente abaixo do umbigo. Ao meditarmos neste centro, os três primeiros centros são ativados e um grande poder é liberado em nosso ser. Essa energia lhe dá a habilidade de realizar coisas físicas. Este é o centro das forças fisica e de vontade.&lt;br /&gt;Depois passamos para o quarto chacra, o centro do coração. Este centro situa-se no meio do peito, perto do coração. Ao meditarmos aqui, obtemos benefícios associados com o quarto e quinto chacras. Este é o centro do equilíbrio e da felicidade.&lt;br /&gt;Finalmente, enfocamos no sexto chacra, o "terceiro olho". Este chacra se localiza no meio da testa, um pouco acima e entre as sombrancelhas. Este é o centro da sabedoria e da visão psíquica.&lt;br /&gt;Geralmente, é uma boa idéa meditar a mesma quantidade de tempo em cada chacra. Se meditar por quinze minutos, medite cinco minutos em cada chacra. Sendo assim, se meditar por uma hora, medite vinte minutos em cada chacra. Se praticar meditação desta maneira, você trará força, equilíbrio e sabedoria à sua vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meditação em Yantras&lt;br /&gt;Yantras são antigos desenhos geométricos. Essas imagens sagradas são portais para diversos mundos de luz. A prática da meditação em yantras envolve enfocar num destes desenhos. Assim, com a prática de concentrar a mente em algo externo ou interno, você auxilia no processo de acalmar a própria mente. Ao fixarmos o olhar num yantra, nos conectamos com os mundos resplandecentes que o yantra representa, trazendo assim clareza em nossas vidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na meditação baseada em yantras, você inicia concentrado no centro da imagem. Quando pensamentos entram e saem de sua mente, concentre-se no centro do yantra. Quando sua mente se acalmar, prolongue sua atenção em direção às margens do yantra e "focalize" o desenho inteiro. Com a prática, você poderá visualizar o yantra completo com os olhos fechados. Esta técnica de concentração acalmará sua mente e o conectará com a energia do universo. Procure um yantra com o qual você se sinta bem para sua prática de meditação. Poderá começar com o yantra nesta página (acima).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meditação em Mantras&lt;br /&gt;A meditação em mantras é uma meditação cantada. Mantras são palavras ou frases sagradas que ao serem repetidas levam a pessoa a um estado de consciência mais elevado. Os sons produzidos, durante este tipo de meditação, são uma forma de energia que conecta você com mundos de luz e de êxtase espiritual. Você pode entoar o mantra em voz alta, sussurá-lo ou mentalizá -lo. Talvez o mantra mais conhecido seja OM MANI PADME HUM, o qual se traduz como "a jóia no coração do lótus" ou "a Iluminação está em tudo". Ao entoar um mantra repetidas vezes durante sua meditação, você irá - com o tempo - desevolver seu poder de concentração a um grau elevado, sentindo uma enorme paz interior e clareza mental. O truque é concentrar-se nos sons e significados sagrados do mantra. Cada vez que sua mente se distrair da concentração pura, traga-a de volta para sua meditação concentrando-a no mantra.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/25888926-114859552304199053?l=budismomundial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://budismomundial.blogspot.com/feeds/114859552304199053/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=25888926&amp;postID=114859552304199053&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25888926/posts/default/114859552304199053'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25888926/posts/default/114859552304199053'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://budismomundial.blogspot.com/2006/05/o-que-meditao.html' title='O QUE É MEDITAÇÃO?'/><author><name>Motoko Aramaki</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='12' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5784/479/400/imagemlogo2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-25888926.post-114794312474553970</id><published>2006-05-18T06:03:00.000-03:00</published><updated>2006-05-18T06:05:24.760-03:00</updated><title type='text'>20 conselhos do Dalai Lama para você</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2983/2680/1600/085_09_01m.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2983/2680/400/085_09_01m.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A sabedoria mora em suas palavras. Quando ele fala, todos querem ouvi-lo. Um dos maiores mestres espirituais de nosso tempo,Tenzin Gyatzo, o 14° dalai-lama, a autoridade máxima do budismo tibetano, transcende sua religião e consegue tocar o coração de gente de todas as crenças ao defender a união entre os povos e a conquista de espaços sem o uso da violência. Os pensamentos ao lado são extraídos de discursos e entrevistas que o mestre profere incansavelmente em todo o mundo. Fazem parte do livro Dalai-Lama,Todos os Dias – 365 Meditações Diárias (ed.Verus), uma antologia de frases selecionadas pelo francês Bernard Baudouin. São pequenos ditos que nos convidam a refletir e trazem luz a nossa percepção do mundo e das escolhas que naturalmente dela decorrem. &lt;br /&gt;1.&lt;br /&gt;Sem amor, não poderíamos sobreviver. Os seres humanos são criaturas sociais, e sentir-se valorizado pelos outros é a própria base da vida &lt;br /&gt;2.&lt;br /&gt;Quanto mais respeito sentimos por uma pessoa comum, mais dela nos aproximamos e mais nos predispomos a seguir seus conselhos. Do mesmo modo, quanto mais crédito você der a seu mestre, maior progresso terá nas suas práticas. &lt;br /&gt;3.&lt;br /&gt;Se está acima de sua capacidade dar o melhor de si, a situação é uma. Mas se está a seu alcance, você deve fazê-lo. &lt;br /&gt;4.&lt;br /&gt;A única coisa que importa é colocar em prática, com sinceridade e seriedade, aquilo em que se acredita. &lt;br /&gt;5.&lt;br /&gt;Quer se creia, quer não em uma religião, quer se creia, quer não na reencarnação, não há ninguém que deixe de apreciar a cordialidade e a compaixão. &lt;br /&gt;6.&lt;br /&gt;Se nos examinamos a cada dia com atenção e vigilância, interrogando nossos pensamentos, nossas motivações e suas manifestações sobre nosso comportamento exterior, poderá emergir em nós uma real oportunidade de mudança e de aperfeiçoamento pessoal. &lt;br /&gt;7.&lt;br /&gt;Minha ignorância, meus apegos, meu desejo, meus ódios! Eis aí, na verdade, meus inimigos. &lt;br /&gt;8.&lt;br /&gt;A finalidade de todas as grandes religiões não é se manifestar exteriormente, construindo grandes templos, mas criar templos de bondade e compaixão no interior, em nosso coração. &lt;br /&gt;9.&lt;br /&gt;Quando somos capazes de reconhecer e perdoar os atos de ignorância cometidos no passado, nós nos fortificamos e nos colocamos à altura de resolver de maneira construtiva os problemas do presente. &lt;br /&gt;10.&lt;br /&gt;Um dos pontos mais relevantes nos relacionamentos humanos é a gentileza. Ela, o amor e a compaixão, esse sentimento que é a essência da fraternidade, levam-nos à paz interior. &lt;br /&gt;11.&lt;br /&gt;Se nosso espírito não se mantém estável e calmo mesmo quando nossa condição física é satisfatória, não conseguimos tirar dele nenhum prazer. Portanto, o segredo de uma vida desabrochada, agora e no futuro, consiste em desenvolver um espírito feliz. &lt;br /&gt;12.&lt;br /&gt;É indispensável demonstrar tolerância e paciência no amor a seus inimigos. Esse é o fundamento da vida espiritual, graças ao qual vivemos para o amor do próximo e para o bem da humanidade. &lt;br /&gt;13.&lt;br /&gt;A crença religiosa não é uma garantia de integridade moral. Olhando para a história, vemos que, entre os grandes provocadores – aqueles que distribuíram fartamente violência, brutalidade e destruição –, muitos há que professaram uma fé religiosa, às vezes escancaradamente. A religião pode nos ajudar a estabelecer princípios éticos. Contudo é possível falar de ética e moralidade sem recorrer à religião. &lt;br /&gt;14.&lt;br /&gt;Cada uma das ações que projetamos e realizamos e o modo pelo qual decidimos pautar nossa vida – como decidimos vivê-la no quadro das limitações impostas pelas circunstâncias – podem ser percebidos como nossa resposta à grande questão diante da qual todos estamos: “Como posso ser feliz?” &lt;br /&gt;15.&lt;br /&gt;Em nossa grande busca de amor, somos mantidos pela esperança. Sabemos, muito embora não o queiramos admitir, que não pode haver nenhuma garantia de uma vida melhor e mais feliz do que a que levamos no dia de hoje. &lt;br /&gt;16.&lt;br /&gt;O importante é que as pessoas façam um esforço sincero para desenvolver sua capacidade em matéria de compaixão. O grau que elas poderão realmente alcançar depende de numerosos fatores. Se realmente fazem tudo o que lhes é possível para ser mais cordiais e tornar o mundo um lugar melhor, então, a cada tarde, poderão dizer: “Pelo menos fiz o melhor que pude...” &lt;br /&gt;17.&lt;br /&gt;Não podemos vencer a cólera e o ódio simplesmente suprimindo-os. Devemos cultivar empenhadamente seus antídotos: a paciência e a tolerância. &lt;br /&gt;18.&lt;br /&gt;A linha divisória entre um desejo – ou um ato – negativo e um positivo não está no fato de ele lhe oferecer imediatamente a sensação de satisfação, mas, sim, no fato de ao final produzir resultados positivos ou negativos. &lt;br /&gt;19.&lt;br /&gt;A cobiça está ligada ao fato de que, embora o motivo subjacente seja a busca da satisfação, quer a ironia que, depois de conseguido o objeto de seus desejos, você nunca se sinta satisfeito. O verdadeiro antídoto contra a cobiça é o contentamento. Se você tem disso um senso desenvolvido, pouco importa que você consiga ou não o objeto. Nos dois casos, você estará igualmente satisfeito. &lt;br /&gt;20.&lt;br /&gt;Por via do esforço contínuo, poderemos superar todas as formas de condicionamento negativo e provocar mudanças políticas em nossa vida. Mas é ainda necessário percebermos que a verdadeira mudança não ocorre no intervalo de uma noite. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Conheça mais sobre a vida e a obra do grande mestre&lt;br /&gt;BONS FLUIDOS lança este mês uma edição especial sobre a visita do dalai-lama ao Brasil. Na revista, você vai conhecer melhor as idéias, o pensamento e a história desse mensageiro da paz. E saber um pouco mais da vida do monge tibetano que fugiu de seu país para o exílio, na Índia, quando tinha apenas 24 anos. Reportagens sobre medicina tibetana, técnicas de meditação e dicas para vencer emoções negativas completam esta caprichada edição que está nas bancas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maio de 2006 &lt;br /&gt;http://bonsfluidos.abril.uol.com.br/&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/25888926-114794312474553970?l=budismomundial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://budismomundial.blogspot.com/feeds/114794312474553970/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=25888926&amp;postID=114794312474553970&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25888926/posts/default/114794312474553970'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25888926/posts/default/114794312474553970'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://budismomundial.blogspot.com/2006/05/20-conselhos-do-dalai-lama-para-voc.html' title='20 conselhos do Dalai Lama para você'/><author><name>Motoko Aramaki</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='12' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5784/479/400/imagemlogo2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-25888926.post-114479060585606878</id><published>2006-04-11T18:23:00.000-03:00</published><updated>2006-04-11T18:23:25.863-03:00</updated><title type='text'>Os 8 Símbolos Tibetanos da Boa Sorte!</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2983/2680/1600/budaCOBRE.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2983/2680/400/budaCOBRE.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Cada um deles confere proteção, amor, sucesso, abundância, pureza, fama, superação de obstáculos e sabedoria - condiçõesnecessárias para uma existência cheia de alegria e plenitude. Veja como eles podem atuar em suavida, segundo a tradição do budismo tibetano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os templos coloridos das montanhas nevadas do Tibete são repletos de figuras que representam os oito presentes ofertados pelos seres celestiais a Buda quando ele obteve sua iluminação, há 2,5 mil anos. Simbólicos, cada um fala de uma qualidade diferente e auspiciosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A INTUIÇÃO ACERTA&lt;br /&gt;Segundo o budismo, ao fazer a escolha de qual símbolo pintar em primeiro lugar, já demonstramos, intuitivamente, a energia de que mais precisamos no momento. Foi o que aconteceu com a promotora paulista Cynthia Lagrota, que escolheu os peixes dourados. “Pela sua agilidade na água, simbolizam a capacidade de contornar obstáculos e superar conflitos. Nada os detém. Eles não se enredam nas armadilhas do mundo” diz. “Essas qualidades são essenciais para quem, como eu, exerce a advocacia. Mas só fiquei sabendo que elas simbolizavam superação de obstáculos depois de os haver escolhido”, conta Cyntia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A VISÃO DE UM MESTRE BUDISTA&lt;br /&gt;Para os budistas, cada um dos oito símbolos auspiciosos está conectado à uma “chuva de bênçãos”, como se costuma dizer no Tibete. “Ao pintá-los, podemos atuar sobre o carma, que é o resultado de nossas ações nesta e em outras vidas. O ato de pintar gera méritos (carma positivo), que podem suavizar ou anular o carma negativo que foi gerado pelo corpo, como roubar e matar”, diz Khenpo Khenrab Whangchuk, mestre em filosofia budista e diretor espiritual do centro KTC – Karma Theksum Chokhorling, do Rio de Janeiro. Roubar, para os budistas, não é apenas se apropriar de um objeto indevidamente – podemos roubar a boa imagem de uma pessoa ao falar mal dela pelas costas, por exemplo. Também quando alguém mata um inseto ou um animal, está praticando ato de tirar a vida. Portanto, acreditam os budistas tibetanos, raras são as criaturas deste mundo que não precisam neutralizar o carma negativo gerado pelo corpo. “O carma é compensado porque utilizamos durante a pintura, o corpo (as mãos) para praticar uma ação virtuosa, que vai beneficiar outros seres. Assim, as ações negativas do passado podem ser relativizadas com a prática dessa ação positiva”, explica o monge professor. “Os meritos advindos da prática de pintar tankhas tambem podem ser compartilhados em pensamento com pessoas queridas em uma pequena cerimonia de dedicação de méritos realizada depois da aula", afirma o mestre budista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GENEROSIDADE, DISCERNIMENTO, COMPAIXÃO, LONGEVIDADE E SAÚDE SÃO ALGUMAS DAS QUALIDADES POSSÍVEIS DE CULTIVAR.&lt;br /&gt;Veja o que guarda desenho por desenho.Há um significado intríseco a cada símbolo e as mensagens ajudam você a viver com plenitude.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2983/2680/1600/PRECIOSO.0.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2983/2680/400/PRECIOSO.0.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a target="_blank"&gt;&lt;/a&gt;PRECIOSO PÁRA-SOL (DUK) É uma barreira de proteção contra nossos inimigos externos e internos – as emoções negativas, destrutivas. Segundo a tradição, nos protege dos 84 mil tipos de aflições e doenças, mentais e físicas. Confere um sentimento de bem-estar e harmonia, a certeza positiva de que tudo vai dar certo e de que os sofrimentos serão ultrapassados. Atrai as qualidades de generosidade dos budas e bodhisattvas (santos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2983/2680/1600/CONCHA.0.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2983/2680/400/CONCHA.0.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a target="_blank"&gt;&lt;/a&gt;A CONCHA, OU O CARACOL (DUNKAR) O som da concha em espiral dá saudades de nossa verdadeira natureza, pura e iluminada, mas obscurecida por pensamentos e ações negativos. Ele nos faz lembrar o que viemos fazer neste mundo e qual deve ser nossa aspiração. O caracol está ligado à fala de Buda e confere a capacidade de se comunicar bem e alcançar fama na próxima vida.Também é pintado quando a pessoa precisa da fama para poder auxiliar os outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2983/2680/1600/PEIXES.0.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2983/2680/400/PEIXES.0.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a target="_blank"&gt;&lt;/a&gt;OS PEIXES DOURADOS (SERNIA) Representam a liberdade de movimento, a adaptação a condições difíceis e a superação de obstáculos.Também simbolizam os seres que parecem imunes às dificuldades deste mundo,movendo-se graciosamente e se adaptando à vida sem se afogar no sofrimento e na insatisfação. Seus olhos sempre abertos conferem a capacidade de ver com lucidez e discernimento. É símbolo da transformação dos conflitos em tranqüilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2983/2680/1600/N%3F%3F.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2983/2680/400/N%3F%3F.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a target="_blank"&gt;&lt;/a&gt;O NÓ INFINITO (PEL-BEU) Conhecido também como nó do amor, o símbolo representa o entrelaçamento entre todos os seres e mostra como os seres humanos poderiam estar ligados por sentimentos amorosos. O nó infinito está relacionado ao coração de Buda e ao seu imenso amor pela humanidade. Cria condições propícias para uma vida plena e amorosa.Também favorece qualidades como a generosidade e a compaixão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2983/2680/1600/VASO.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2983/2680/400/VASO.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a target="_blank"&gt;&lt;/a&gt;O VASO PRECIOSO (BUMPA) Simboliza uma chuva de longevidade, riquezas e prosperidade.Também está ligado a mudanças favoráveis de situação ou de ambiente. Seu conteúdo jamais se esgota e representa a sabedoria de Buda, que jorra continuamente por todo o Universo. Pintando o símbolo com a aspiração de beneficiar todos os seres, atrairemos riquezas para esta e outras vidas. Longevidade e boa saúde também estão representadas nesta figura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2983/2680/1600/ESTANDARTE.1.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2983/2680/400/ESTANDARTE.1.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a target="_blank"&gt;&lt;/a&gt;O ESTANDARTE DA VITÓRIA (GIELTSEN) Simboliza o sucesso de corpo, fala e mente, uma maneira de os tibetanos afirmarem o “êxito em todas as áreas”. Diz-se que o estandarte triunfa sobre demônios e obstáculos. No Tibete, é feito de ouro, fitas coloridas e pedras preciosas e está relacionado ao corpo de Buda. Confere condições para um nascimento afortunado e uma presença forte e poderosa, a de um rei, por exemplo, assim como uma vida livre de fome e pobreza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2983/2680/1600/FLOR.1.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2983/2680/400/FLOR.1.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a target="_blank"&gt;&lt;/a&gt;A FLOR DE LÓTUS (PEMA) Este símbolo representa a total purificação do corpo e da mente. A flor de lótus nasce em águas pantanosas (como os seres humanos neste mundo), mas ao florescer é perfeita e imaculada (como a nossa real natureza, que floresce com a iluminação). Inspira a pureza de motivação de nossos atos. Sua beleza confere o bom carma de nascer na próxima vida com um corpo perfeito, tão belo e puro quanto o de um anjo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2983/2680/1600/RODA.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2983/2680/400/RODA.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a target="_blank"&gt;&lt;/a&gt;A RODA DO DHARMA (KOR-LO) Também conhecida como Roda da Verdade, está relacionada ao instante em que Buda colocou seus ensinamentos em movimento para o benefício de todos os seres. Cria condições fora do comum e muito auspiciosas no próximo nascimento. Confere o poder da ética, do bem e da justiça e qualidades que destacarão a pessoa em qualquer setor. A Roda também aponta um caminho para a liberação total do sofrimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OS MELHORES LUGARES DA CASA PARA OS SÍMBOLOS:&lt;br /&gt;Nos templos tibetanos, cada um deles é colocado em determinado lugar. Em casa, podem ser espalhados da seguinte maneira:&lt;br /&gt;• Precioso pára-sol – Porta de entrada&lt;br /&gt;• Vaso de jóia – Centro da casa&lt;br /&gt;• O estandarte da vitória – No telhado ou na entrada&lt;br /&gt;• A roda do dharma – No portão, no hall de entrada ou na sala&lt;br /&gt;• A concha, ou o caracol – Sala&lt;br /&gt;• O nó sem fim – No quarto ou no altar&lt;br /&gt;• A flor de lótus – Na frente do altar, onde se reza ou medita&lt;br /&gt;• Os peixes dourados – Escritório ou onde se trabalha&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/25888926-114479060585606878?l=budismomundial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://budismomundial.blogspot.com/feeds/114479060585606878/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=25888926&amp;postID=114479060585606878&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25888926/posts/default/114479060585606878'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25888926/posts/default/114479060585606878'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://budismomundial.blogspot.com/2006/04/os-8-smbolos-tibetanos-da-boa-sorte.html' title='Os 8 Símbolos Tibetanos da Boa Sorte!'/><author><name>Motoko Aramaki</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='12' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5784/479/400/imagemlogo2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-25888926.post-114479056723119335</id><published>2006-04-11T18:22:00.000-03:00</published><updated>2006-04-11T18:22:47.243-03:00</updated><title type='text'>Siddhattha Gotama, O BUDA.</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2983/2680/1600/BUDA%20COBRE.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2983/2680/400/BUDA%20COBRE.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Buddha: Buda. O nome dado a alguém que redescobre por si mesmo o Dhamma, o caminho da libertação,após um longo período em que ele tenha sido esquecido pelo mundo. De acordo com a tradição, existe uma longa seqüência de Budas que se estende ao passado distante. O mais recente Buda que nasceu foi Siddhattha Gotama na Índia no sexto século antes da era cristã. Um jovem bem educado e rico, ele abandonou sua família e herança real no auge da sua vida em busca da verdadeira liberdade e do fim do sofrimento (dukkha: (1) Sensação -vedana- dolorosa que pode ser física e mental. (2) Sofrimento, estresse.  Na primeira Nobre Verdade e na segunda das três características da existência -ti-lakkhana- o termo dukkha não está limitado à experiência da dor (1) mas se refere à natureza insatisfatória e a insegurança geral de todos os fenômenos condicionados que por conta da sua impermanência, estão todos sujeitos ao sofrimento e isso inclui também as experiências agradáveis. Dessa forma a primeira verdade não nega a existência das experiências agradáveis o que é às vezes erroneamente assumido.&lt;br /&gt;). Após seis anos de austeridades na floresta, ele redescobriu o "caminho do meio" ( magga: Caminho. Nos suttas, em geral, este termo aparece com dois significados: (1) Os quatro caminhos supramundanos veja ariya-pugala. (2) O Nobre Caminho Óctuplo é o caminho que conduz à cessação do sofrimento, isto é, a última das Quatro Nobres Verdades (sacca). Especificamente, o caminho compreende três grupos: Sabedoria (pañña) - Entendimento Correto, Pensamento Correto; Virtude (sila) – Linguagem Correta, Ação Correta, Modo de Vida Correto; Concentração (samadhi) – Esforço Correto, Atenção Plena Correta, Concentração Correta.)e atingiu o seu objetivo, tornando-se um Buda.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/25888926-114479056723119335?l=budismomundial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://budismomundial.blogspot.com/feeds/114479056723119335/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=25888926&amp;postID=114479056723119335&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25888926/posts/default/114479056723119335'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25888926/posts/default/114479056723119335'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://budismomundial.blogspot.com/2006/04/siddhattha-gotama-o-buda.html' title='Siddhattha Gotama, O BUDA.'/><author><name>Motoko Aramaki</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='12' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5784/479/400/imagemlogo2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
